Floreios floreados

Feliz primavera p/ você que está lendo isso aqui! \o/

Pois bem, uma de minhas estações favoritas está no ar e eu queria escrever um pouco sobre…

Bem, no nosso calendário está marcado que dia 22/set é o início da primavera e para as meias estações (primavera e outono) é dado o nome de equinócio, pois é quando os dias e as noites têm durações iguais e o tempo vai correndo para que os dias fiquem mais claros, no caso do solstício de verão ou vão escurecendo mais cedo, no caso do solstício de inverno.

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Foto: Robert Triscoli

Indo para o sentido abstrato desse momento em que a natureza explode em vida e em cores, pergunto a você: Como está o seu coração? Que tal se inspirar na renovação no mundo à sua volta e tirar seus sonhos da gaveta ou repensar atitudes e decisões, por exemplo?

É normal não estarmos alegres/bem a todo momento, mas também acredito que não merecemos ficar p/ baixo por muito tempo.

Faz bem se permitir um momento de reflexão para entrar em acordo consigo mesmo, trazer à luz os sentimentos, conversar consigo, etc e etc, mas quando esse momento conosco passa, o que fazer?

Vamos deixar nossas mais lindas cores serem vistas? Vamos nos permitir desabrochar? Vamos nos permitir mudar de cores? Esse é o melhor momento: O agora. ❤

Espero que tenha gostado da mini reflexão e que ela ajude de alguma maneira boa.

Abraços! ^-^

Cotidiano #3

Olá!! Como estão vocês? Espero que bem. ^.^

Como combinado (comigo mesma e com vocês, se vocês se sentiram parte do “combinado”), voltei aqui um mês depois para meus relatos de vida ~cotidiana~.

Foi um período em que pensei muitas coisas (praticamente o tempo todo), aconteceu algumitas e não aconteceram outras.

Voltei a ter aulas de música quase na metade do mês passado e tá sendo maravilhoso, os olhinhos continuam brilhando e a curiosidade e vontade de aprender continuam fortes, obrigada. Meu irmão começou a trabalhar e estou tão feliz! *-* Agora só falta eu… Uhuhuhuhu

Se minha vovó Diva estivesse viva ela faria 75 anos em agosto passado (ela era mãe da minha mãe e nasceu no mesmo ano da mãe do meu pai <3). Quero ainda este ano fazer um texto falando sobre ela e meus sentimentos por ela. ❤

Um evento que gosto de lembrar todo ano: Hoje, 15 de setembro, é dia do aniversário da minha cidade e também dia de nossa padroeira, Nossa Senhora das Dores (Rogai por nós, mãezinha do céu! <3). Fico muito contente com o dia de hoje, pois é feriado municipal. É como se, por hoje, aqui fosse uma ilha serena num mar (que, nessa analogia seria o resto do país) cujas ondulações e cursos continuam normalmente. 🙂

Ah! Comecei um hábito de levantar um pouquinho mais cedo que antes p/ fazer o dia render um pouco mais e tem sido bem bom. Eu meio que gosto de levantar cedo, não tenho muito problema com isso, mas em contrapartida eu amo dormir e ainda estou tentando dormir mais cedo.

Vai entender essa escorpiana meio paradoxal que vos fala, né? Hehehehe

Bem, agora vamos, pois, às novidades culturais. ^.^

Lendo: Ainda estou lendo a série “As aventuras de Prydain” (se quiser baixar vai nesse site aqui, já disse…) e agora estou no último livro: “O Rei Supremo”, comecei essa semana. Bem, se eu achei os dois primeiros livros meio trevosos, o terceiro e o quarto foram ~de boas~ e bem bons (achei boníssimo o quarto, viu? Já SUPER recomendo). Esse quinto e último tá prometendo ser meio trevoso (também), mas beeeem emocionante. Vamos ver, né? *-*

Assistindo: Idem ao “Cotidiano” anterior. 😉

Ouvindo: Não sou de ouvir muita música todo dia. Já fui de ouvir muito-muito-muito. Mas de um tempo p/ cá tenho percebido que há dias em que são várias seguidas e há dias em que são algumas poucas. Ultimamente notei que estou ouvindo um pouco mais “The Beatles” e “Rosa de Saron”, apesar de serem pouquinhas músicas por vez, principalmente quando a vontade fica latente. Ai… São sonzinhos tão do bom!!! *-*

Falando nisso vou ouvir um pouco de Beatles enquanto termino de escrever aqui. Hihihihihi

Grata por: Continuar a jogar o “Jogo do contente”, mesmo que da minha forma, que é um pouquinho diferente da da Pollyanna. E assim a vida tem tido mais qualidade e tem sido bom estar nela. ❤

Ansiosa para: Que aconteça algo bom e a vida mude um pouco para melhor. #Oremos

Abração ae!! 😀

Lembrete: Sem necessidade de paralelos

Todo mundo pensa muitas coisas o tempo todo e podem ser os pensamentos mais variáveis. Digo isso, pois, no meio dos meus pensamentos de hoje, tomei consciência dessa ideia que me rondava. Isso de se ter que, obrigatoriamente, relacionar o que escrevo aqui com minha vida offline.

Como se fosse um paralelo. Eu preciso “necessariamente” viver algo ou então alguém bem próximo de mim precisa “necessariamente” passar por algum acontecimento que possa vir a me inspirar e, com isso, eu desenvolvo um texto aqui.

O que estou querendo contar é que não necessariamente o processo precisa ser assim. A gente pode ter uma ideia num minuto e no outro ela vira assunto de post. A gente pode ver uma foto/montagem/gif e, assim, isso virar ideia de post.

Thamís, florzinha, liberte-se das obrigações…. Aqui é p/ ser livre e se deixar entrar na fluidez. Aqui é seu espacinho, o seu cantinho. Aqui você pode criar em paz e com o carinho que você gosta de colocar no que faz. Aqui você pode escrever e abrir o seu coração de boas. Aqui você pode quase tudo!

Só lembra que um monte de gente pode vir e ler. Não deixa isso te travar, mas também tome cuidado. Equilíbrio é sempre bom. 🙂

PS: Esse post era p/ ter sido publicado dia 30 de agosto, no entanto, só consegui finalizá-lo hoje. Por isso mudei a data. 😉

Minha linguagem, meu estilo

Segunda passada foi o Dia Nacional do Escritor, e jogando no sr. Google, vi que essa data foi instituída em 1960 pela União Brasileira de Escritores (Gente! Sério que existe isso?? Ai que tudo!! *-* Lembrete: Vou procurar mais sobre.). E isso me inspirou a continuar a escrever… 🙂

Faz dias (não todos, mas, fazendo um apanhado geral, foram váááárias vezes) em que tenho pensado sobre encontrar o meu jeito de escrever, o meu estilo, sabe? Como quando alguém bate o olho e pensa “nossa, é texto da Thamís. Quero ler!” (essa última frase é desejinho, me deixa, vai… Hihihi).

Tem vezes também que sinto que todos têm um estilo próprio e bacana de escrever e tals e eu ainda estou naquela fase bem no início que é quando a gente precisa ler, ler e ler para poder se inspirar numa forma de se comunicar e assim passar da mente para o papel/tela. Tô nessa fase de criar uma “Rede de inspiração” aka Coletânea de vestibular Hahaha.

Mas, me conhecendo como me conheço (exercício diário do mais legal esse, viu?), sei que eu queria já ter um estilo definido e amar ele. Claro que me permitindo a crescer a partir dele, mas o problema é esse: ainda estou fazendo minha âncora e para ela ficar pronta é necessário tempo e dedicação. Entretanto, um pouco ansiosa que sou (já fui pior e tem momentos em que ela “aperta”, se é que me entendem), queria já estar com ela (âncora) firme e forte e já me utilizando dela pacas.

Por isso, paciência, Thamís. Pratique a paciência, pois ela se torna grande e forte quando exercitada, viu?

E se você, assim como eu, tava precisando de um ombro amigo p/ praticar a paciência e dar um “xô pra lá!” na ansiedade, vem cá e deixa nos comentários um pouco dos seus sentimentos a respeito p/ a gente se ajudar (espero que nos ajudemos mesmo, hehehehe).

Estava com saudade daqui e de vocês…. Estou fazendo planos de voltar mais vezes, só falta pôr no papel e fazer acontecer. 😉 Espero que dê certo, abração!!!

A mulher que eu quero ser

Então… Ainda é o mês da mulher e eu queria desenvolver algo bom para lembrar, afinal, esse é primeiro texto sobre esse tema aqui no blog. ❤

No dia, comemorei com todas as minhas amigas e com o pessoal que curte lá a fanpage do blog (se você não conhece, curte lá). J Eu relembrei da origem do feriado, desejei os melhores desejos que consegui pensar e tal, no entanto, não estava encontrando palavras para colocar esse assunto neste meu cantinho.

O que eu poderia colocar aqui que fosse diferente dos bons desejos que, em poucas linhas, consigo expressar?

Tendo essa pergunta como base, minha mente começou a fluir por alguns episódios da minha história: o que vivi, o que senti, o que me ajudou a me tornar essa pessoa com esse jeitinho todo meu de ser….. Até que vieram para superfície algumas lembranças não muito boas. Episódios que me deixaram marcas doídas. Marcas essas com as quais ainda convivo e, vez ou outra, doem um pouco. Por causa do carinho que estou desenvolvendo por mim (um lindo e saudável exercício que convido você a fazer se ainda não o faz), quando essas feridas começam a doer, eu paro um pouco a minha rotina e me atento a elas, para tentar fazer com que elas continuem a sarar.

Sonho com o dia em que essas marcas serão cicatrizes bem fechadinhas e que só me trarão as lembranças do que aprendi com as pessoas que as causaram, mas sem me machucar. Sem doer. Só mesmo as marquinhas, como tatuagens da vida.

Uma das formas que achei que poderia me ajudar na minha cura seria escrever sobre isso. Escrever sempre me ajudou a lidar melhor com meus sentimentos, desafogar minha mente do excesso de pensamentos, materializar coisas que minha criatividade desenvolve, etc e etc. Não é uma atividade que eu pratico todos os dias, mas é algo que eu amo muitão. Sendo assim, pelo bem da mulher que quero ser, eu mereço essa ajuda que o meu cantinho, o meu Sétimo Céu, oferece. ❤

Meus machucados foram feitos de cinco maneiras diferentes, mas, se for parar para analisá-los, eles envolvem três das partes que formam a minha pessoa, partes importantíssimas por sinal: Meu Jeito de ser, a Amizade e o Amor. Alguns momentos da minha vida, juntamente com essas certas pessoas, atentaram contra essas minhas partes. E, na hora, meio que fiquei sem reação ou fiquei tentando me defender ou então percebi que, se reagisse, a situação iria se prolongar ou ficar pior. E a última coisa que queremos quando esses momentos ruins acontecem é que eles piorem.

Tem vezes em que penso se as pessoas que me feriram realmente tinham a intenção de me machucar dessa forma ou então se elas tinham outras intenções ao fazerem o que fizeram e acabou que eu me machuquei com seus atos. Não sei… :/

Tem vezes que renovo o perdão que dei a elas (mentalmente) pensando que, no fundo, elas não sabiam o que estavam fazendo comigo ou com elas mesmas. Tudo o que sei é que nunca saberei o que se passava em seus corações.

Ninguém consegue controlar os próprios sentimentos, mas cada um tem a responsabilidade pelo que vai fazer depois de senti-los. O caráter é o guia nesses momentos. Penso que se aconteceu o que aconteceu foi porque essas pessoas escolheram agir/reagir assim. E não foi nada legal, pelo menos para mim.

Não cheguei a conversar novamente com aqueles que me feriram. Achei e ainda acho desnecessário e também quero me preservar de novas marcas. #SafeAndSound

Sabe, ninguém é perfeito e nem tem a obrigação de vir a ser, mas podemos cuidar para que nossas imperfeições não machuquem os outros e nem a nós mesmos. Podemos cuidar para que nossas qualidades cresçam e nossos defeitos diminuam e, assim, melhorarmos nossa vivência e sermos mais felizes. Podemos cuidar para que, apesar das outras pessoas serem diferentes de nós, a diferença delas não seja motivo para não serem respeitadas no meio em que vivem. E é o que eu venho tentando fazer, além de viver. J

Sempre fui um tipo de pessoa que, apesar da extroversão e alegria (algumas vezes fruto da timidez), tinha (e ainda tem) muitos momentos em que fica introspectiva analisando as vivências e aprendendo com elas para ser cada vez mais sábia e capaz de ajudar quem também precisa de uma “mão”.

Aprendi que para eu sarar desses meus machucados tenho que cuidar deles diariamente até as cicatrizes se fecharem e também que é um exercício eu me lembrar de que eu perdoei essas pessoas pelo que elas fizeram. Algo que também aprendi recentemente é que quanto mais eu falar sobre esses machucados, menos eles doerão. 😉

Eu não acho feio ter cicatrizes como também não acho feia a falta delas, só acho que a presença e a falta delas são diferentes e, por trás disso, existem histórias diferentes que merecem ser conhecidas. Claro que depende da lição que precisamos aprender durante nossa caminhada pela vida. E aprender lições é muito bom para nosso crescimento humano.

E crescer é bom, crescer é saudável… Crescer é lindo! E espero que a mulher que quero ser venha a desabrochar e continuar desabrochando na medida em que minha história se desenvolve e eu vou cuidando de mim. ❤

O porquê dos porquês…

Este post foi originalmente publicado no blog Floreada Harmônica, no dia 16/09/14.

Eu gosto de observar as pessoas, principalmente a mim mesma, pois, na maioria das vezes, me comporto como as outras pessoas, ainda que da minha maneira. Uma das coisas que me intriga é o fato de sermos questionadores. Queremos saber o porque/motivo/causa/circunstância (Hehehehe) de tudo.

Não sei como acontece com os outros, pois não fico perguntando. Seria como uma invasão da privacidade de suas mentes. Mas comigo acontece como se fosse uma revisão: “Ah! Eu pensei isso por causa disso, disso e disso” ou então “Nossa! De onde veio esse pensamento/imagem? Será que é por conta disso?”.

Sei que somos Homo Sapiens Sapiens (Homens que sabem que sabem) e, acredito que seja por isso que nossos pensamentos se voltam para nós mesmos, como se fosse uma metalinguagem da mente humana (Parece que eu entendo de psicologia #SQN Hahaha). É até interessante, pois é um momento em que paramos e olhamos para nós mesmos e isso é muito importante. Ajuda a colocar a cabeça em ordem para continuar com a vida.

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Foto: Masako Kubo (em Pinterest).

Bem esse texto é só resultado de uma reflexão que me “aqueceu a cuca” e queria dividir com vocês. É bacana quando dividimos o que sabemos, pois isso ajuda a quem quer que esteja necessitando. Olha lá eu me justificando Hahahaha Eita vício humano… Lembrando que temos que tomar cuidado com o excesso de pensamentos (Vide #Dordecabeça). 😉

E vocês? Quando não estão pensando nos afazeres do cotidiano (trabalho/estudos/obrigações no lar) sobre o que refletem? Qual a preferência de vocês? Me contem aí nos comentários e vamos pensar juntos. Hehehehe

Abraço!

PS: Para quem quiser saber, o Floreada Harmônica foi um blog que fiz há quase dois anos atrás. Foi na plataforma Blogger e foi o início da minha empreitada por esse mundo virtual. Com o tempo, fui vendo que o nome e a proposta que eu inicialmente imaginei não estavam tendo muito a ver comigo. A minha voz e o que eu queria transmitir não estavam funcionando por aquele canal, então excluí o blog (mas guardei todos os posts 😉 ). Fiquei aguardando meu último ano da faculdade terminar (pois costuma ser bem atarefado com TCC e tudo o mais) e o tempo passar um pouco.

PS2: Agora estou achando que consegui começar a criar um cantinho que tem mais a ver comigo e que pode crescer junto comigo (nunca se sabe… :/ ), mas ainda estou trabalhando para entender e desenvolver meu estilo de voz. Espero que eu consiga. *-*