Cotidiano #3

Olá!! Como estão vocês? Espero que bem. ^.^

Como combinado (comigo mesma e com vocês, se vocês se sentiram parte do “combinado”), voltei aqui um mês depois para meus relatos de vida ~cotidiana~.

Foi um período em que pensei muitas coisas (praticamente o tempo todo), aconteceu algumitas e não aconteceram outras.

Voltei a ter aulas de música quase na metade do mês passado e tá sendo maravilhoso, os olhinhos continuam brilhando e a curiosidade e vontade de aprender continuam fortes, obrigada. Meu irmão começou a trabalhar e estou tão feliz! *-* Agora só falta eu… Uhuhuhuhu

Se minha vovó Diva estivesse viva ela faria 75 anos em agosto passado (ela era mãe da minha mãe e nasceu no mesmo ano da mãe do meu pai <3). Quero ainda este ano fazer um texto falando sobre ela e meus sentimentos por ela. ❤

Um evento que gosto de lembrar todo ano: Hoje, 15 de setembro, é dia do aniversário da minha cidade e também dia de nossa padroeira, Nossa Senhora das Dores (Rogai por nós, mãezinha do céu! <3). Fico muito contente com o dia de hoje, pois é feriado municipal. É como se, por hoje, aqui fosse uma ilha serena num mar (que, nessa analogia seria o resto do país) cujas ondulações e cursos continuam normalmente. 🙂

Ah! Comecei um hábito de levantar um pouquinho mais cedo que antes p/ fazer o dia render um pouco mais e tem sido bem bom. Eu meio que gosto de levantar cedo, não tenho muito problema com isso, mas em contrapartida eu amo dormir e ainda estou tentando dormir mais cedo.

Vai entender essa escorpiana meio paradoxal que vos fala, né? Hehehehe

Bem, agora vamos, pois, às novidades culturais. ^.^

Lendo: Ainda estou lendo a série “As aventuras de Prydain” (se quiser baixar vai nesse site aqui, já disse…) e agora estou no último livro: “O Rei Supremo”, comecei essa semana. Bem, se eu achei os dois primeiros livros meio trevosos, o terceiro e o quarto foram ~de boas~ e bem bons (achei boníssimo o quarto, viu? Já SUPER recomendo). Esse quinto e último tá prometendo ser meio trevoso (também), mas beeeem emocionante. Vamos ver, né? *-*

Assistindo: Idem ao “Cotidiano” anterior. 😉

Ouvindo: Não sou de ouvir muita música todo dia. Já fui de ouvir muito-muito-muito. Mas de um tempo p/ cá tenho percebido que há dias em que são várias seguidas e há dias em que são algumas poucas. Ultimamente notei que estou ouvindo um pouco mais “The Beatles” e “Rosa de Saron”, apesar de serem pouquinhas músicas por vez, principalmente quando a vontade fica latente. Ai… São sonzinhos tão do bom!!! *-*

Falando nisso vou ouvir um pouco de Beatles enquanto termino de escrever aqui. Hihihihihi

Grata por: Continuar a jogar o “Jogo do contente”, mesmo que da minha forma, que é um pouquinho diferente da da Pollyanna. E assim a vida tem tido mais qualidade e tem sido bom estar nela. ❤

Ansiosa para: Que aconteça algo bom e a vida mude um pouco para melhor. #Oremos

Abração ae!! 😀

Lembrete: Sem necessidade de paralelos

Todo mundo pensa muitas coisas o tempo todo e podem ser os pensamentos mais variáveis. Digo isso, pois, no meio dos meus pensamentos de hoje, tomei consciência dessa ideia que me rondava. Isso de se ter que, obrigatoriamente, relacionar o que escrevo aqui com minha vida offline.

Como se fosse um paralelo. Eu preciso “necessariamente” viver algo ou então alguém bem próximo de mim precisa “necessariamente” passar por algum acontecimento que possa vir a me inspirar e, com isso, eu desenvolvo um texto aqui.

O que estou querendo contar é que não necessariamente o processo precisa ser assim. A gente pode ter uma ideia num minuto e no outro ela vira assunto de post. A gente pode ver uma foto/montagem/gif e, assim, isso virar ideia de post.

Thamís, florzinha, liberte-se das obrigações…. Aqui é p/ ser livre e se deixar entrar na fluidez. Aqui é seu espacinho, o seu cantinho. Aqui você pode criar em paz e com o carinho que você gosta de colocar no que faz. Aqui você pode escrever e abrir o seu coração de boas. Aqui você pode quase tudo!

Só lembra que um monte de gente pode vir e ler. Não deixa isso te travar, mas também tome cuidado. Equilíbrio é sempre bom. 🙂

PS: Esse post era p/ ter sido publicado dia 30 de agosto, no entanto, só consegui finalizá-lo hoje. Por isso mudei a data. 😉

Eu e os domingos

Estava pensando sobre o dia de hoje. Não em relação ao mês, mas sim à semana. Domingo.

Quando eu era pequenina, por morarmos, eu e minha família, próximos ao Mercado Municipal da cidade (Sim, eu morei perto do mercado!! Umas três casas p/ cima na rua de uma das entradas. <3), estava acostumada a quase todos os dias ver o movimento das pessoas e carros na minha rua. Eu achava bem chato os dias de domingo, pois só havia movimento de manhã e logo na hora do almoço já tinha aquela quietude.

Parecia que o tempo não passava.

Lembro que o mais chato é que não passava nada de desenho ou filminhos divertidos na televisão. Claro que, por minha infância ter tido muitos domingos, não foram ~TODOS~ tão chatos, apesar da lembrança de eu achar isso vira e mexe voltar à superfície dos meus pensamentos.

Não sei exatamente quando começou a mudar a minha opinião. Talvez com o meu crescimento ou com o passar do tempo? Não sei. Parece-me que foi uma transição à medida em que a vida e as responsabilidades vinham e aconteciam.

e62e252d04f2e0bc00c9ed30115787fe

Foto: Pinterest.

Hoje em dia meu coração tem muito muito carinho pelos domingos.

É um dia em que me dou ao luxo de relaxar e sair um pouquinho da rotina (digo isso mais por ~me dar ao luxo~ de poder fazer coisas diferentes na internet além de só ver o feedback dos canais em que sou inscrita no Youtube. Porque, sim, muito do meu tempo livre da semana eu passo vendo as atualizações dos canais que sigo e, assim, não ficar com minha caixa de entrada do email lotada.).

Ontem, por exemplo, fiquei com saudade do tempo em que eu descobri que eu podia baixar pelo Google ou pelo Ares (amo!), os livros que meus olhos brilhavam por descobrir as histórias por trás das páginas (e que minha carteira não me dava o prazer de poder investir. :x). Nessa época, se eu tinha vontade de ler um livro, eu ia atrás e, se pudesse, baixava e ficava horas lendo pelo computador. Isso antes de saber do Domínio Público (que não tinha todos os livros que eu queria ler, mas já era e ainda é ~ryqueza~ essa plataforma existir).

Recentemente, por indicação de um amigo (Murilo, seu lindo, ‘gradicida! kkkkk), descobri esse site, em que é possível baixar livros grátis em PDF ou então ler online. E nele ainda é possível encontrar esse mesmo livro que você quer no site da Amazon. Informação amor, né? ❤

Por conta da saudade de ontem, hoje baixei uma série de livros que eu queria muitão ler (muitão mesmo) e acho que vou reviver esse tempo de ler pelo computador, além é claro de seguir com a leitura do da cabeceira, Madame Bovary (quando comecei a ler, postei no Instagram, segue lá.). 😉

Quais livros vocês estão lendo? Qual o próximo da lista? Qual vocês leram esse ano e gostaram pacas? Digam aí nos comentários.

Abraços mil!! 😀

O porquê dos porquês…

Este post foi originalmente publicado no blog Floreada Harmônica, no dia 16/09/14.

Eu gosto de observar as pessoas, principalmente a mim mesma, pois, na maioria das vezes, me comporto como as outras pessoas, ainda que da minha maneira. Uma das coisas que me intriga é o fato de sermos questionadores. Queremos saber o porque/motivo/causa/circunstância (Hehehehe) de tudo.

Não sei como acontece com os outros, pois não fico perguntando. Seria como uma invasão da privacidade de suas mentes. Mas comigo acontece como se fosse uma revisão: “Ah! Eu pensei isso por causa disso, disso e disso” ou então “Nossa! De onde veio esse pensamento/imagem? Será que é por conta disso?”.

Sei que somos Homo Sapiens Sapiens (Homens que sabem que sabem) e, acredito que seja por isso que nossos pensamentos se voltam para nós mesmos, como se fosse uma metalinguagem da mente humana (Parece que eu entendo de psicologia #SQN Hahaha). É até interessante, pois é um momento em que paramos e olhamos para nós mesmos e isso é muito importante. Ajuda a colocar a cabeça em ordem para continuar com a vida.

aaa60f1aac60b1950b06ab8e5bbbfe31

Foto: Masako Kubo (em Pinterest).

Bem esse texto é só resultado de uma reflexão que me “aqueceu a cuca” e queria dividir com vocês. É bacana quando dividimos o que sabemos, pois isso ajuda a quem quer que esteja necessitando. Olha lá eu me justificando Hahahaha Eita vício humano… Lembrando que temos que tomar cuidado com o excesso de pensamentos (Vide #Dordecabeça). 😉

E vocês? Quando não estão pensando nos afazeres do cotidiano (trabalho/estudos/obrigações no lar) sobre o que refletem? Qual a preferência de vocês? Me contem aí nos comentários e vamos pensar juntos. Hehehehe

Abraço!

PS: Para quem quiser saber, o Floreada Harmônica foi um blog que fiz há quase dois anos atrás. Foi na plataforma Blogger e foi o início da minha empreitada por esse mundo virtual. Com o tempo, fui vendo que o nome e a proposta que eu inicialmente imaginei não estavam tendo muito a ver comigo. A minha voz e o que eu queria transmitir não estavam funcionando por aquele canal, então excluí o blog (mas guardei todos os posts 😉 ). Fiquei aguardando meu último ano da faculdade terminar (pois costuma ser bem atarefado com TCC e tudo o mais) e o tempo passar um pouco.

PS2: Agora estou achando que consegui começar a criar um cantinho que tem mais a ver comigo e que pode crescer junto comigo (nunca se sabe… :/ ), mas ainda estou trabalhando para entender e desenvolver meu estilo de voz. Espero que eu consiga. *-*

Para cuidar carinhosamente de si

Não é à toa que precisamos estar bem com nós mesmos antes de querermos nos relacionar com outra pessoa (seja do sexo oposto ou não). E com “estar bem” quero dizer nos conhecermos um pouco e nos sentirmos bem em nossa companhia.

Tem muita gente que não gosta de se definir hoje em dia, mas eu acho lindo quem se conhece e não deixa a tal forma de si conhecida se tornar a única forma. É algo como não deixar o “conhecido” te definir por muito tempo. É lindo e saudável buscar sempre melhorar e continuar mantendo contato consigo mesmo para saber o que mudou, como se sente naquele momento em relação ao mundo em torno, como está a forma de pensar e perceber, etc.

Pode parecer meio bobagem espiritual ou mesmo doideira o que estou desenvolvendo aqui, mas lembre-se que você, como ser humano, não é só corpo. Você também é alma, mente e emoções. Por isso é preciso cuidar de seu ser como um todo quando necessário ou mesmo quando possível (mas não deixe chegar ao ponto de necessidade). 😉

c682044ce6afb303e63f155b7d9ce133

Foto: bethfromabove (em Flickr).

Indo um pouco mais a fundo, quando digo que é importante cuidar da alma, me refiro à parte iluminada e à sombria. Apesar de eu acreditar que é em nossa sombra interior que se encontram nossos defeitos e nossas más lembranças e experiências, é preciso olhar para ela e até se debruçar, pois faz parte de nós e colabora para nossa individualidade.

Na sombra pode não se encontrar a nossa melhor parte, mas ela existe para equilibrar a luz interior. Nos ajuda a sermos humanos desde que mantenhamos uma relação carinhosa e sábia. É na sombra que se encontram nossos medos, angústias, humilhações, pecados e defeitos, mas não é e todo ruim ser imperfeito.

Existe beleza na imperfeição e também pode existir leveza, porque passar todo o tempo tentando ser perfeito acaba trazendo peso… 😛 #MaisLevezaPorFavor

O problema é quando não queremos olhar a nossa sombra e não queremos acolhê-la como parte de nós. Ninguém disse que seria fácil confrontar nosso pior lado, mas pode ser mais perigosa a negligência do que o autoconhecimento em si. A negligência traz desequilíbrio, podendo até crescer por “baixo dos panos” e acabando por nos fazer mal de alguma maneira.

Isso gera toxicidade. E, pior do que ter toxicidade é não ter consciência dela, pois, sem a consciência, como que a pessoa vai se cuidar e sarar?

Puxa vida…. Se você existe, é porque você vale à pena existir. Existe um plano para você (sim eu acredito na providência), um plano do bem. *-* Tendo isso em mente, porque então não se cuidar um pouco mais? Se dar um tempinho para meditar e tal?

Você merece mais carinho e atenção sim. Aliás, todos merecemos.

10f9b87faef3b1dedf9884203d92cafd

Foto: mevrouwmikmak (em Flickr).

 

Meus votos de que você fique bem, que esteja sempre bem consigo mesmo e que consiga achar o equilíbrio interior, a consciência de si e do mundo e o discernimento para saber lidar com tudo isso.

Quanto a mim…. Ainda estou buscando o meu equilíbrio interior, mas está sendo maravilhoso o caminho, com obstáculos e tudo. 😉

Todo esse texto foi construído com base em leituras que fiz no decorrer da vida e observações e reflexões sobre o tema. Sinta-se à vontade para expressar suas observações sobre o assunto aqui nos comentários.

Abração para você!!! 😀

PS: Não sou psicóloga e nem cursei nada ligado à saúde mental. Em casos mais sérios ou de presença de patologia, favor procurar um profissional da psique (psicólogo, terapeuta, psiquiatra).

Uma perspectiva sobre respeito e valorização

As férias são sempre bem esperadas e muito boas enquanto duram, mas nós sabemos que, para dar valor a elas, é preciso passar pelo trabalhoso ano escolar e/ou pelo período de trabalho, do mesmo modo que sabemos dar valor à chuva após a seca.

Sou formada em Letras e meu curso me deu habilitação para ser professora de língua portuguesa (amei o meu curso e tudo o que eu aprendi e vivi, mas esse é papo p/ outro post hehehehe). E, apesar de eu não estar em atividade ainda, meus amigos e ~companheiros das letras~ já estão à frente de turmas e passando conhecimento p/ frente e sei que, nesta semana se iniciam suas férias (acho inclusive que começaram hoje), e um assunto, o qual penso muitão, voltou a minha cabeça. Então, hoje vou expô-lo de uma forma um pouco diferente.

9841ea0bde9cb5d01b71437954d24400

Foto: Pinterest.

Muitas pessoas, inclusive eu, gostam de assistir vídeos no Youtube. E, acho eu, assistem com atenção, os olhos brilham e tudo o mais. Inclusive, no meio das sugestões do próprio Youtube, dos amigos ou mesmo dos familiares, essas pessoas acabam descobrindo vídeos que tratam de temas que elas podem não gostar, mas que, com o tempo, podem passar a gostar e até se interessar a ponto de se identificar.

Em contrapartida, quando estão nas escolas assistindo às aulas, essas mesmas pessoas, mais precisamente as em idade escolar, diversas vezes tratam as aulas e o professores com desleixo, com desinteresse, maltrato (o que já é um nível super preocupante), etc. Não estou generalizando, mas os que fazem isso são muitos, infelizmente.

Poxa vida, pessoal…. Muito triste isso! Chato demais!

Vou abstrair um pouco agora: Fazendo um paralelo da internet com a vida real, percebi que dá p/ enxergar os professores como um ~youtubers~ tentando passar um conteúdo bom para as pessoas. Também percebi que, quando eles estão escrevendo o conteúdo na lousa, eles estão agindo como ~blogueiros~ publicando seus posts.

Perceberam como a vida real e a virtual podem (e muito!) ser semelhantes? É como a arte que imita a vida e vice-e-versa.

Podem não ser aulas superdivertidas, escrachadas ou ~zueiras~, mas eles estão lá na sua frente, na maior parte das vezes apaixonadíssimos pelas disciplinas que estão passando. Enquanto isso, vocês não estão prestando atenção, pois são ~simples~ professores e não uma pessoa famosa falando através de um vídeo no Youtube sobre um assunto que você ama.

Agora pensem um pouquinho e se coloquem no lugar de seus professores…. Tentem olhar as aulas com uma perspectiva diferente…. Os professores e os ~youtubers~ podem estar falando de temas diferentes, mas têm a mesma paixão! Por que vocês dão mais valor à paixão dos youtubers e não as dos professores?

Seria bacana não valorizar uma em detrimento da outra, mas valorizá-las ambas com respeito.

Poxa vida de novo…!

Pensem: Machuca muito você estar tentando passar uma coisa nova e ~apaixonante~ p/ alguém e essa pessoa simplesmente te ignorar. Agora imagina os professores que sofrem isso diariamente…? Ruim, né?

Indo um pouco além: Vemos por aí e ouvimos que o governo é quem não valoriza dos professores. Acho que, na verdade, o problema não é só o governo. São os alunos que, ao invés de respeitarem e se mostrarem abertos ao que o professor tem a dizer, se fecham em si mesmos, em seus grupinhos e em seus celulares. E depois reclamam dos professores e dizem que suas aulas não prestam.

Outra coisa: Em muitas ocasiões aquele professor que você vê cabisbaixo/desestimulado é mais um que cansou de gastar sua energia, saúde e paixão pela disciplina com alunos que agem como ~paredes~.

Tudo bem, ninguém é obrigado a gostar de todas as matérias e ninguém é obrigado a ter aptidão e ser bom em todas as matérias.  Também sei que nenhum professor é santo, entretanto-contudo-todavia os assuntos que estou tratando (com toooodo esse texto) é respeito e abertura ao que o outro tem a nos ensinar. Começando por nossos pais ou responsáveis que cuidam de nós e, logo após eles, os professores.

Então, pessoal, vamos tratar com mais carinho e atenção os professores. Principalmente os desestimulados, pois eles precisam mais. Ok? Ok.

b1eea78e84fc65ff51f1bc212709b695

Foto: Norman Rockwell – Professora (em Pinterest).

Puxa…. Segundo post do blog e já estou ~puxando a sua orelha~… Hehehehe Desculpe, mas em nenhum momento tive a intenção de ofender alguém. Como eu disse, eu queria tratar de um assunto que faz bem p/ todos: respeito e abertura a novos ensinamentos.

Geralmente sou um tipo de pessoa que gosta de tratar de assuntos bons e vê sempre o lado bom de qualquer situação, mas se percebo que é necessário parar e tratar de um assunto importante que pode fazer bem p/ todos no fim das contas, eu paro e trato. Pelo meu bem, pelo seu bem, pelo bem de todos.

E então? Gostou do texto? Qual a opinião de vocês sobre esse assunto? O que vocês têm feito para mudar esse quadro? Me contem aqui em baixo nos comentários.

Abração!

PS1: Esse post foi inspirado nessa publicação – https://www.instagram.com/p/_VbkqID7Sc/ – Sigam a Patrícia também em suas redes socias. 😉

PS2: Não entrei do mérito de falar sobre as ocupações nas escolas, pois esse é outro assunto. Mas mesmo assim deu muito gosto ver alunos que se importam com a escola e a qualidade do ensino fazendo algo por si e pelos outros. Afinal, p/ tudo tem um jeito. 😉