Cotidiano #1

Oi para você! Apesar de já estarmos na segunda metade do mês, feliz Fevereiro!! 😀

Quanto tempo sem escrever por aqui, né? Mas não foi por falta de inspiração. Muito pelo contrário, eu queria falar de alguns assuntos que não sabia como desenvolver, então me vieram ideias e acabei não escolhendo nenhuma.

No entanto, aqui estou e estou desenvolvendo uma dessas ideias neste post. #TodosComemora \o/ Vamos, pois, em frente.

Sobre a vida, a novidade é que me inscrevi no curso de música daqui da minha cidade. É fornecido pela Secretaria da Cultura em parceria com a Sociedade Pró-sinfônica. Tem a parte popular dos instrumentos ensinados e a parte erudita. Como sou apaixonada pela parte erudita, optei por esse caminho. Fiz a matrícula e depois o teste de aptidão e passei!

Estou tão contente de poder estudar música novamente!!!

Quando eu era pequena, na escola em que eu estudava tinha aulas de música, mas como faz muito tempo que não estudo a teoria e nem pratico nada (aprendi flauta doce e um pouco de violão, mas não insisti em desenvolver a aptidão para o violão) meu nível de conhecimento é o básico, do básico. Do básico. Rsrsrsrsrs

Tinha vontade de retomar os estudos de música, mas não sabia em qual instrumento. Isso tudo em 2010. Como estava estudando no cursinho pré-vestibular, decidi adiar e ver como a vida se desenrolaria. Passei no vestibular do início do ano de 2011 (em três lugares diferentes e não, foi só um vestibular, o da UNESP, e os outros dois cursos pelo Prouni. Não sou tão inteligente assim… Hihihihi) e acabou que não deu para eu ir (gente que não sabia que existia assistente social nas faculdades ¬¬). Esperei até o meio do ano e passei novamente no Prouni. Dessa vez eu queria Letras e escolhi a Licenciatura em Português na UNIMEP, bem mais perto da minha cidade e com qualidade. *-*

 

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Foto: Pinterest.

 

Fui, cursei, trabalhei um tempinho enquanto estudava, mas nada de poder estudar música. Por fim me formei ano passado. No segundo semestre achei umas apostilas de música do tempo da escola que estavam perdidas por aqui e resolvi reler os conteúdos. Aprendi algumas coisinhas e lembrei-me de outras. E, agora nesse início de ano, pude me inscrever nesse curso da Secretaria da Cultura (ainda bem, pois ainda não estou empregada) e começar a desenvolver esse sonho.

Estou tão feliz!!!

Agora… Novidades culturais cotidianas (Hehehehe):

Lendo: Série “A Maldição do Tigre” – A viagem do tigre, de Colleen Houck. Gente amada do céu!!! Que série bacana! Estou no terceiro livro de quatro e já estou beeem apaixonada! (tem um quinto livro, mas ele vem num Box e quando comprei os meus livros foi tudo separado… :s Mas lógico que vou comprar esse que falta quando eu puder… *-*) O que estou gostando nessa série, além da história, é notar as referências de leitura que a Colleen usou para compor o enredo e aprender com as demais informações que vão aparecendo, entre elas há muito sobre a cultura e costumes da Índia, umas pitadas de cultura e mitos de outros povos, etc e etc.

Se você gosta de livros Y.A. (Young Adult), romance, aventura, perigo, caça ao tesouro, leitura de entretenimento bem emocionante e tals, eu recomendo com força que você conheça essa série. 😉

Assistindo: Não tem dado para eu acompanhar as séries bacanas que estão sendo lançadas e nem reassistir (ainda) as que já acabaram, mas o que eu estou fazendo (p/ falar a verdade, desde 2012) é reassistir os animes da minha infância (dou graças por existir o anitube! *-*). Já assisti todas as temporadas de Sailor Moon – que amo-amo!! –  e agora estou assistindo Corrector Yui (esse anime eu achei completo num canal do Youtube, pois no próprio Anitube ainda não tem todos os episódios).

Está sendo bem emocionante revê-lo e ainda lembrar de como era o tempo em que eu chegava da escola na hora do almoço e, de tarde, depois de fazer as lições, assistir vários desenhos, incluindo os animes bacanas que passavam no Cartoon Network. Era tão bom e divertido… Mais uma sensação p/ entrar na minha lista metal de coisas que me deixam contente (quem mais faz essa lista?).

Ouvindo: Lindsey Stirling ao infinito e além! 😀 Amo suas músicas instrumentais! São viciantes!! Ouço principalmente quando quero ler com algo soando pelos fones ou então quando quero assistir algo que me faça dançar mentalmente (sensação diferente, né? Sem julgamentos, porfa). Mas, essa semana, estou ouvindo muitão por conta de estar feliz e inspirada pelo curso de música. Quem mais conhece e gosta? Se você não conhece, faz o favor de ir até o Youtube conhecer o som dela! ^.^

Feliz por: Ter passado no teste de aptidão e ter sido selecionada (junto com um montão de gente) para estudar música esse ano. Ah! O “instrumento” que escolhi foi a voz. Sim, vou estudar canto coral. *-*

Ansiosa para: Que comecem as aulas de música, né? Hehehehehe

Abração!!!

PS: Caso esteja achando essa estrutura de post familiar, foi porque eu me inspirei numa categoria do blog da Stephanie Noelle, o chez noelle. Sou muito fã e gosto muito dos assuntos sobre os quais ela escreve e o estilo que ela usa. Combina muito com o modo como às vezes eu penso. Engraçado, né?

Uma perspectiva sobre respeito e valorização

As férias são sempre bem esperadas e muito boas enquanto duram, mas nós sabemos que, para dar valor a elas, é preciso passar pelo trabalhoso ano escolar e/ou pelo período de trabalho, do mesmo modo que sabemos dar valor à chuva após a seca.

Sou formada em Letras e meu curso me deu habilitação para ser professora de língua portuguesa (amei o meu curso e tudo o que eu aprendi e vivi, mas esse é papo p/ outro post hehehehe). E, apesar de eu não estar em atividade ainda, meus amigos e ~companheiros das letras~ já estão à frente de turmas e passando conhecimento p/ frente e sei que, nesta semana se iniciam suas férias (acho inclusive que começaram hoje), e um assunto, o qual penso muitão, voltou a minha cabeça. Então, hoje vou expô-lo de uma forma um pouco diferente.

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Foto: Pinterest.

Muitas pessoas, inclusive eu, gostam de assistir vídeos no Youtube. E, acho eu, assistem com atenção, os olhos brilham e tudo o mais. Inclusive, no meio das sugestões do próprio Youtube, dos amigos ou mesmo dos familiares, essas pessoas acabam descobrindo vídeos que tratam de temas que elas podem não gostar, mas que, com o tempo, podem passar a gostar e até se interessar a ponto de se identificar.

Em contrapartida, quando estão nas escolas assistindo às aulas, essas mesmas pessoas, mais precisamente as em idade escolar, diversas vezes tratam as aulas e o professores com desleixo, com desinteresse, maltrato (o que já é um nível super preocupante), etc. Não estou generalizando, mas os que fazem isso são muitos, infelizmente.

Poxa vida, pessoal…. Muito triste isso! Chato demais!

Vou abstrair um pouco agora: Fazendo um paralelo da internet com a vida real, percebi que dá p/ enxergar os professores como um ~youtubers~ tentando passar um conteúdo bom para as pessoas. Também percebi que, quando eles estão escrevendo o conteúdo na lousa, eles estão agindo como ~blogueiros~ publicando seus posts.

Perceberam como a vida real e a virtual podem (e muito!) ser semelhantes? É como a arte que imita a vida e vice-e-versa.

Podem não ser aulas superdivertidas, escrachadas ou ~zueiras~, mas eles estão lá na sua frente, na maior parte das vezes apaixonadíssimos pelas disciplinas que estão passando. Enquanto isso, vocês não estão prestando atenção, pois são ~simples~ professores e não uma pessoa famosa falando através de um vídeo no Youtube sobre um assunto que você ama.

Agora pensem um pouquinho e se coloquem no lugar de seus professores…. Tentem olhar as aulas com uma perspectiva diferente…. Os professores e os ~youtubers~ podem estar falando de temas diferentes, mas têm a mesma paixão! Por que vocês dão mais valor à paixão dos youtubers e não as dos professores?

Seria bacana não valorizar uma em detrimento da outra, mas valorizá-las ambas com respeito.

Poxa vida de novo…!

Pensem: Machuca muito você estar tentando passar uma coisa nova e ~apaixonante~ p/ alguém e essa pessoa simplesmente te ignorar. Agora imagina os professores que sofrem isso diariamente…? Ruim, né?

Indo um pouco além: Vemos por aí e ouvimos que o governo é quem não valoriza dos professores. Acho que, na verdade, o problema não é só o governo. São os alunos que, ao invés de respeitarem e se mostrarem abertos ao que o professor tem a dizer, se fecham em si mesmos, em seus grupinhos e em seus celulares. E depois reclamam dos professores e dizem que suas aulas não prestam.

Outra coisa: Em muitas ocasiões aquele professor que você vê cabisbaixo/desestimulado é mais um que cansou de gastar sua energia, saúde e paixão pela disciplina com alunos que agem como ~paredes~.

Tudo bem, ninguém é obrigado a gostar de todas as matérias e ninguém é obrigado a ter aptidão e ser bom em todas as matérias.  Também sei que nenhum professor é santo, entretanto-contudo-todavia os assuntos que estou tratando (com toooodo esse texto) é respeito e abertura ao que o outro tem a nos ensinar. Começando por nossos pais ou responsáveis que cuidam de nós e, logo após eles, os professores.

Então, pessoal, vamos tratar com mais carinho e atenção os professores. Principalmente os desestimulados, pois eles precisam mais. Ok? Ok.

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Foto: Norman Rockwell – Professora (em Pinterest).

Puxa…. Segundo post do blog e já estou ~puxando a sua orelha~… Hehehehe Desculpe, mas em nenhum momento tive a intenção de ofender alguém. Como eu disse, eu queria tratar de um assunto que faz bem p/ todos: respeito e abertura a novos ensinamentos.

Geralmente sou um tipo de pessoa que gosta de tratar de assuntos bons e vê sempre o lado bom de qualquer situação, mas se percebo que é necessário parar e tratar de um assunto importante que pode fazer bem p/ todos no fim das contas, eu paro e trato. Pelo meu bem, pelo seu bem, pelo bem de todos.

E então? Gostou do texto? Qual a opinião de vocês sobre esse assunto? O que vocês têm feito para mudar esse quadro? Me contem aqui em baixo nos comentários.

Abração!

PS1: Esse post foi inspirado nessa publicação – https://www.instagram.com/p/_VbkqID7Sc/ – Sigam a Patrícia também em suas redes socias. 😉

PS2: Não entrei do mérito de falar sobre as ocupações nas escolas, pois esse é outro assunto. Mas mesmo assim deu muito gosto ver alunos que se importam com a escola e a qualidade do ensino fazendo algo por si e pelos outros. Afinal, p/ tudo tem um jeito. 😉