Mini mim

remedios-em-forma-de-jujubas-e-chocolates

Foto: Galeria do Google.

Antes de mais nada, FELIZ DIA DAS CRIANÇAS!!!!

Acho sempre bacana pararmos e pensarmos no que estamos fazendo, o que está acontecendo e para onde queremos ir ou o que queremos ser. Também é bom revisitar o que aconteceu conosco, seja para sentir um quentinho no coração, seja para não repetir erros e fazer diferente no presente.

Sobre a parte de querer sentir um quentinho no coração e como é dia 12, vou listar 12 lembranças e fatos de minha infância e pré-adolescência que me fizeram/fazem muito feliz. Segue aí a nostalgia…

1- Quando era bebê minha mãe gostava de me vestir de azul e, às vezes, colocar Mozart p/ eu ouvir enquanto dormia. Isso eu sei por que minha mãe me contou, mas mesmo assim entrou p/ hall “Lembranças carinhosas” e me explicou o talvez de eu gostar tanto de azul e música clássica, apesar de não ser nada especialista sobre o assunto. ❤

2- Quando eu era pequena eu vivia muito no mundo da imaginação, hoje eu controlo um pouquinho mais essa imaginação (tem vezes que até demais… :x). Na escolinha que eu estudava, tinha um escorregador no parquinho que tinha uma estrutura de torre de castelo que ficava ao redor da escada. Num dia, quando o pessoal da minha sala estava usando o parquinho e tinha uma fila de gente, inclusive eu, usando esse escorregador, acabei dando um de meus “shows”. Hahahahaha Acho que eu tinha visto, naquela semana, o filme do “Mickey e o pé de feijão”. Vocês sabem que nesse filme tem uma harpa mágica que parece a Cinderela vestida de verde (nunca repararam?) e, no início do filme, ela canta para os passarinhos. Pois bem, numa das minhas vezes de escorregar, eu parei lá em cima e cismei de imitar a Harpa cantando (e cantei a música certinha, fiz os gestos e tudo o mais), mas o pessoal atrás de mim não gostou nada, afinal, eu tinha parado eles p/ ficar cantando. HAHAHAHAHAHAHA

3- Teve um dia, nessa mesma escolinha, em que eu estava bem concentrada no seguinte pensamento: “Acho a cor azul bonita, mas eu não posso gostar de azul. Só os meninos gostam de azul. As meninas têm que gostar de rosa… Mas eu acho o azul mais bonito!”. Passaram-se alguns segundos e por fim concluí: “Acho que vou ter que virar menino porque eu gosto mais de azul, apesar de também gostar do rosa…”. Esse dia me marcou muito, pois me senti meio que livre. Como se tivesse tirado um peso das costas. Eu podia gostar da cor que eu quisesse. E isso p/ uma menininha de 3 ou 4 aninhos… Mano! Era o máximo! 😀 (Lembrando que isso tudo aconteceu sem que eu soubesse que minha mãe me vestia mais de azul quando bebê).

4- Quando eu e meus pais íamos à locadora de filmes (fosse qual fosse), lembro que um dos filmes que eu mais gostava de alugar era “O Ratinho detetive”. Amante de histórias policiais desde pequenininha! Ah, amava também alugar “A Polegarzinha”, mas a criada pelo Don Bluth. 😉 E continuo amando essa história e as outras do Andersen tanto que o tema que eu escolhi para o meu TCC na faculdade foi analisar alguns contos dele. ❤

5- Numa dessas idas à locadora, lembro que bati o olho num filme cujo título era “A princesa encantada” (The swan princess) e lembro-me de ter me perguntado: “Mas não são os príncipes que são encantados? Por que a princesa tem que ser encantada?”. Uns segundos depois: “E por que a princesa não pode ser encantada?”. Peguei o filme e pedi para meus pais alugarem. Sou apaixonada até hoje pela história. *-*

6- Meu avô paterno e minha avó materna morreram muito cedo, na minha opinião… Sinto muito a falta deles. Gostaria de ter convivido bem mais com eles. Por isso me apego à algumas lembranças, por exemplo, quando meu avô me levava para passear pelos campos e sítios daqui da cidade. Pelas estradas de terra nos domingos à tarde. Outra lembrança em que acabei me apegando: Eu e meu irmão, quando mais novinhos, dormíamos em uma beliche, ele embaixo e eu em cima. Numa das vezes em que minha avó estava em nossa casa, lembro de ter ficado com a cabeça pendurada para fora da cama e minhas pernas e pés p/ dentro. Minha avó estava no quarto comigo e me dizia: “Você vai quebrar a cabeça, menina.” ^.^ #Saudade

7- Quando eu mudei de escola e estava na primeira ou segunda série, lembro que uma de minhas colegas perguntou p/ mim se eu gostava de Pokémon, se eu assistia e coisa e tal. Falei que não assistia e que nem conhecia. Ela, então me contou como que eles eram e eu achava meio estranho e engraçado. Uma hora eu comecei a sentir que tinha que assistir p/ me enturmar e isso me irritou um pouquinho. Eu sou de boa com Pokémon, conheço mais ou menos, mas prefiro mil vezes Digimon, apesar de da quinta temporada p/ frente eu achar chato. Hehehehe Minha opinião. 😉

8- Houve um dia em que me veio à mente que eu queria ser original e diferente de todo mundo. Eu achava bem mais legal o “ser diferente”. E esse pensamento acabou me marcando. Com o tempo, aprendi que é muito raro ser original. Mas ser diferente, p/ mim, continua sendo muito mais legal. Hipster antes dos hipsters… Ou não. Hahahahahaha #NaVanguarda :p

9- Eu escrevia diários quando era pequenina. Tenho alguns guardados (acho que três), mas acho meio bobo o que está escrito ao mesmo tempo em que gosto de me lembrar de alguns desses momentos. ❤

10- Eu morava perto do mercado municipal, no centro da cidade e, de vez em quando, eu sentia falta de ter crianças na minha rua p/ brincar. Uma galera bacana que, quando junta, fecha a rua.  Eu tinha meu irmão na maior parte do tempo e minhas primas e amigos de escola meio que moravam longe, então não era sempre que podia brincar. Só quando eu ia na casa da minha avó ou ia na casa deles, respectivamente falando. Mas teve uma vez que eu estava brincando no quintal, quando vi um rostinho na janela de cima do sobrado ao lado. Daquela janela podia-se ver o meu quintal. Então, quando vi o rostinho mais uma vez, comecei a conversar. O nome da criança era Juliana e ela era um pouco mais alta do que eu e, não sei se mais velha. Pela primeira vez eu tinha alguém por perto p/ brincar além do meu irmão. 😀 A gente brincou bastante naquele dia, conheci a casa dela e ela a minha. Uma vez fomos almoçar fora e ela foi conosco. Mas não sei por que, um dia, ela não estava mais lá na janela. Não lembro se alguma vez ela tinha me falado que iria se mudar. Não sei. Só sei que nunca mais a vi. :/

11- Quando tinha 12 anos, eu pedi para meus pais a Barbie do momento, que era a “Doces sonhos”, ela tinha o corpinho todo articulado porque era de pano. A cabeça e as mãos ainda eram as de plástico que conhecemos. Quis essa Barbie mais para guardar de lembrança, pois essa seria a minha última Barbie. Tenho ela guardada até hoje.<3

12- Eu tenho um primo, por parte de mãe, que, desde pequeno, vem passar as férias de verão com a gente. Ele mora no Rio de Janeiro. A gente se divertia muito e também brigava muito (tem algumas lembranças em que hoje eu paro e penso: “Gente… Como eu era ruim/chata.” –‘ Hahahaha Ele parou de vir, todo ano, com quinze anos, pois tinha começado um estágio no Banco do Brasil. Ficamos orgulhosos dele. Atualmente ele não trabalha mais lá, já é casado (ganhei mais uma prima! <3) e tem um filho (meu ~lheeendo~ priminho!!). Sentimos a falta deles, mas ainda bem que existe telefone e que criaram o Skype. *-* PS: Considero meu primo como um irmão mais velho.

Bem, gente, essas foram algumas das minhas lembranças e fatos marcantes da infância. Quais são os seus? Comentem aí, estou doida p/ conhecê-los.

Abraçinhos! 😀

Lembrete: Sem necessidade de paralelos

Todo mundo pensa muitas coisas o tempo todo e podem ser os pensamentos mais variáveis. Digo isso, pois, no meio dos meus pensamentos de hoje, tomei consciência dessa ideia que me rondava. Isso de se ter que, obrigatoriamente, relacionar o que escrevo aqui com minha vida offline.

Como se fosse um paralelo. Eu preciso “necessariamente” viver algo ou então alguém bem próximo de mim precisa “necessariamente” passar por algum acontecimento que possa vir a me inspirar e, com isso, eu desenvolvo um texto aqui.

O que estou querendo contar é que não necessariamente o processo precisa ser assim. A gente pode ter uma ideia num minuto e no outro ela vira assunto de post. A gente pode ver uma foto/montagem/gif e, assim, isso virar ideia de post.

Thamís, florzinha, liberte-se das obrigações…. Aqui é p/ ser livre e se deixar entrar na fluidez. Aqui é seu espacinho, o seu cantinho. Aqui você pode criar em paz e com o carinho que você gosta de colocar no que faz. Aqui você pode escrever e abrir o seu coração de boas. Aqui você pode quase tudo!

Só lembra que um monte de gente pode vir e ler. Não deixa isso te travar, mas também tome cuidado. Equilíbrio é sempre bom. 🙂

PS: Esse post era p/ ter sido publicado dia 30 de agosto, no entanto, só consegui finalizá-lo hoje. Por isso mudei a data. 😉

A mulher que eu quero ser

Então… Ainda é o mês da mulher e eu queria desenvolver algo bom para lembrar, afinal, esse é primeiro texto sobre esse tema aqui no blog. ❤

No dia, comemorei com todas as minhas amigas e com o pessoal que curte lá a fanpage do blog (se você não conhece, curte lá). J Eu relembrei da origem do feriado, desejei os melhores desejos que consegui pensar e tal, no entanto, não estava encontrando palavras para colocar esse assunto neste meu cantinho.

O que eu poderia colocar aqui que fosse diferente dos bons desejos que, em poucas linhas, consigo expressar?

Tendo essa pergunta como base, minha mente começou a fluir por alguns episódios da minha história: o que vivi, o que senti, o que me ajudou a me tornar essa pessoa com esse jeitinho todo meu de ser….. Até que vieram para superfície algumas lembranças não muito boas. Episódios que me deixaram marcas doídas. Marcas essas com as quais ainda convivo e, vez ou outra, doem um pouco. Por causa do carinho que estou desenvolvendo por mim (um lindo e saudável exercício que convido você a fazer se ainda não o faz), quando essas feridas começam a doer, eu paro um pouco a minha rotina e me atento a elas, para tentar fazer com que elas continuem a sarar.

Sonho com o dia em que essas marcas serão cicatrizes bem fechadinhas e que só me trarão as lembranças do que aprendi com as pessoas que as causaram, mas sem me machucar. Sem doer. Só mesmo as marquinhas, como tatuagens da vida.

Uma das formas que achei que poderia me ajudar na minha cura seria escrever sobre isso. Escrever sempre me ajudou a lidar melhor com meus sentimentos, desafogar minha mente do excesso de pensamentos, materializar coisas que minha criatividade desenvolve, etc e etc. Não é uma atividade que eu pratico todos os dias, mas é algo que eu amo muitão. Sendo assim, pelo bem da mulher que quero ser, eu mereço essa ajuda que o meu cantinho, o meu Sétimo Céu, oferece. ❤

Meus machucados foram feitos de cinco maneiras diferentes, mas, se for parar para analisá-los, eles envolvem três das partes que formam a minha pessoa, partes importantíssimas por sinal: Meu Jeito de ser, a Amizade e o Amor. Alguns momentos da minha vida, juntamente com essas certas pessoas, atentaram contra essas minhas partes. E, na hora, meio que fiquei sem reação ou fiquei tentando me defender ou então percebi que, se reagisse, a situação iria se prolongar ou ficar pior. E a última coisa que queremos quando esses momentos ruins acontecem é que eles piorem.

Tem vezes em que penso se as pessoas que me feriram realmente tinham a intenção de me machucar dessa forma ou então se elas tinham outras intenções ao fazerem o que fizeram e acabou que eu me machuquei com seus atos. Não sei… :/

Tem vezes que renovo o perdão que dei a elas (mentalmente) pensando que, no fundo, elas não sabiam o que estavam fazendo comigo ou com elas mesmas. Tudo o que sei é que nunca saberei o que se passava em seus corações.

Ninguém consegue controlar os próprios sentimentos, mas cada um tem a responsabilidade pelo que vai fazer depois de senti-los. O caráter é o guia nesses momentos. Penso que se aconteceu o que aconteceu foi porque essas pessoas escolheram agir/reagir assim. E não foi nada legal, pelo menos para mim.

Não cheguei a conversar novamente com aqueles que me feriram. Achei e ainda acho desnecessário e também quero me preservar de novas marcas. #SafeAndSound

Sabe, ninguém é perfeito e nem tem a obrigação de vir a ser, mas podemos cuidar para que nossas imperfeições não machuquem os outros e nem a nós mesmos. Podemos cuidar para que nossas qualidades cresçam e nossos defeitos diminuam e, assim, melhorarmos nossa vivência e sermos mais felizes. Podemos cuidar para que, apesar das outras pessoas serem diferentes de nós, a diferença delas não seja motivo para não serem respeitadas no meio em que vivem. E é o que eu venho tentando fazer, além de viver. J

Sempre fui um tipo de pessoa que, apesar da extroversão e alegria (algumas vezes fruto da timidez), tinha (e ainda tem) muitos momentos em que fica introspectiva analisando as vivências e aprendendo com elas para ser cada vez mais sábia e capaz de ajudar quem também precisa de uma “mão”.

Aprendi que para eu sarar desses meus machucados tenho que cuidar deles diariamente até as cicatrizes se fecharem e também que é um exercício eu me lembrar de que eu perdoei essas pessoas pelo que elas fizeram. Algo que também aprendi recentemente é que quanto mais eu falar sobre esses machucados, menos eles doerão. 😉

Eu não acho feio ter cicatrizes como também não acho feia a falta delas, só acho que a presença e a falta delas são diferentes e, por trás disso, existem histórias diferentes que merecem ser conhecidas. Claro que depende da lição que precisamos aprender durante nossa caminhada pela vida. E aprender lições é muito bom para nosso crescimento humano.

E crescer é bom, crescer é saudável… Crescer é lindo! E espero que a mulher que quero ser venha a desabrochar e continuar desabrochando na medida em que minha história se desenvolve e eu vou cuidando de mim. ❤

O porquê dos porquês…

Este post foi originalmente publicado no blog Floreada Harmônica, no dia 16/09/14.

Eu gosto de observar as pessoas, principalmente a mim mesma, pois, na maioria das vezes, me comporto como as outras pessoas, ainda que da minha maneira. Uma das coisas que me intriga é o fato de sermos questionadores. Queremos saber o porque/motivo/causa/circunstância (Hehehehe) de tudo.

Não sei como acontece com os outros, pois não fico perguntando. Seria como uma invasão da privacidade de suas mentes. Mas comigo acontece como se fosse uma revisão: “Ah! Eu pensei isso por causa disso, disso e disso” ou então “Nossa! De onde veio esse pensamento/imagem? Será que é por conta disso?”.

Sei que somos Homo Sapiens Sapiens (Homens que sabem que sabem) e, acredito que seja por isso que nossos pensamentos se voltam para nós mesmos, como se fosse uma metalinguagem da mente humana (Parece que eu entendo de psicologia #SQN Hahaha). É até interessante, pois é um momento em que paramos e olhamos para nós mesmos e isso é muito importante. Ajuda a colocar a cabeça em ordem para continuar com a vida.

aaa60f1aac60b1950b06ab8e5bbbfe31

Foto: Masako Kubo (em Pinterest).

Bem esse texto é só resultado de uma reflexão que me “aqueceu a cuca” e queria dividir com vocês. É bacana quando dividimos o que sabemos, pois isso ajuda a quem quer que esteja necessitando. Olha lá eu me justificando Hahahaha Eita vício humano… Lembrando que temos que tomar cuidado com o excesso de pensamentos (Vide #Dordecabeça). 😉

E vocês? Quando não estão pensando nos afazeres do cotidiano (trabalho/estudos/obrigações no lar) sobre o que refletem? Qual a preferência de vocês? Me contem aí nos comentários e vamos pensar juntos. Hehehehe

Abraço!

PS: Para quem quiser saber, o Floreada Harmônica foi um blog que fiz há quase dois anos atrás. Foi na plataforma Blogger e foi o início da minha empreitada por esse mundo virtual. Com o tempo, fui vendo que o nome e a proposta que eu inicialmente imaginei não estavam tendo muito a ver comigo. A minha voz e o que eu queria transmitir não estavam funcionando por aquele canal, então excluí o blog (mas guardei todos os posts 😉 ). Fiquei aguardando meu último ano da faculdade terminar (pois costuma ser bem atarefado com TCC e tudo o mais) e o tempo passar um pouco.

PS2: Agora estou achando que consegui começar a criar um cantinho que tem mais a ver comigo e que pode crescer junto comigo (nunca se sabe… :/ ), mas ainda estou trabalhando para entender e desenvolver meu estilo de voz. Espero que eu consiga. *-*

Para cuidar carinhosamente de si

Não é à toa que precisamos estar bem com nós mesmos antes de querermos nos relacionar com outra pessoa (seja do sexo oposto ou não). E com “estar bem” quero dizer nos conhecermos um pouco e nos sentirmos bem em nossa companhia.

Tem muita gente que não gosta de se definir hoje em dia, mas eu acho lindo quem se conhece e não deixa a tal forma de si conhecida se tornar a única forma. É algo como não deixar o “conhecido” te definir por muito tempo. É lindo e saudável buscar sempre melhorar e continuar mantendo contato consigo mesmo para saber o que mudou, como se sente naquele momento em relação ao mundo em torno, como está a forma de pensar e perceber, etc.

Pode parecer meio bobagem espiritual ou mesmo doideira o que estou desenvolvendo aqui, mas lembre-se que você, como ser humano, não é só corpo. Você também é alma, mente e emoções. Por isso é preciso cuidar de seu ser como um todo quando necessário ou mesmo quando possível (mas não deixe chegar ao ponto de necessidade). 😉

c682044ce6afb303e63f155b7d9ce133

Foto: bethfromabove (em Flickr).

Indo um pouco mais a fundo, quando digo que é importante cuidar da alma, me refiro à parte iluminada e à sombria. Apesar de eu acreditar que é em nossa sombra interior que se encontram nossos defeitos e nossas más lembranças e experiências, é preciso olhar para ela e até se debruçar, pois faz parte de nós e colabora para nossa individualidade.

Na sombra pode não se encontrar a nossa melhor parte, mas ela existe para equilibrar a luz interior. Nos ajuda a sermos humanos desde que mantenhamos uma relação carinhosa e sábia. É na sombra que se encontram nossos medos, angústias, humilhações, pecados e defeitos, mas não é e todo ruim ser imperfeito.

Existe beleza na imperfeição e também pode existir leveza, porque passar todo o tempo tentando ser perfeito acaba trazendo peso… 😛 #MaisLevezaPorFavor

O problema é quando não queremos olhar a nossa sombra e não queremos acolhê-la como parte de nós. Ninguém disse que seria fácil confrontar nosso pior lado, mas pode ser mais perigosa a negligência do que o autoconhecimento em si. A negligência traz desequilíbrio, podendo até crescer por “baixo dos panos” e acabando por nos fazer mal de alguma maneira.

Isso gera toxicidade. E, pior do que ter toxicidade é não ter consciência dela, pois, sem a consciência, como que a pessoa vai se cuidar e sarar?

Puxa vida…. Se você existe, é porque você vale à pena existir. Existe um plano para você (sim eu acredito na providência), um plano do bem. *-* Tendo isso em mente, porque então não se cuidar um pouco mais? Se dar um tempinho para meditar e tal?

Você merece mais carinho e atenção sim. Aliás, todos merecemos.

10f9b87faef3b1dedf9884203d92cafd

Foto: mevrouwmikmak (em Flickr).

 

Meus votos de que você fique bem, que esteja sempre bem consigo mesmo e que consiga achar o equilíbrio interior, a consciência de si e do mundo e o discernimento para saber lidar com tudo isso.

Quanto a mim…. Ainda estou buscando o meu equilíbrio interior, mas está sendo maravilhoso o caminho, com obstáculos e tudo. 😉

Todo esse texto foi construído com base em leituras que fiz no decorrer da vida e observações e reflexões sobre o tema. Sinta-se à vontade para expressar suas observações sobre o assunto aqui nos comentários.

Abração para você!!! 😀

PS: Não sou psicóloga e nem cursei nada ligado à saúde mental. Em casos mais sérios ou de presença de patologia, favor procurar um profissional da psique (psicólogo, terapeuta, psiquiatra).