Os dois 28

Em 2013, uma de minhas cantoras favoritas, a Sarah Brightman lançou mais um álbum de estúdio (no Google aparece que é o décimo primeiro.). :O

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Foto: Tumblr.

Ok, mais um álbum de estúdio, que é muito bom (!) por sinal. Só que esse foi o primeiro álbum que eu acompanhei tudinho desde que me tornei muito-muito fã dela. Muita emoção, lágrimas, carinho, inspirações, ai ai…

No finalzinho do primeiro semestre vi que havia começado o tour pelo mundo. Meu coração palpitava pelas músicas. Meus olhos brilhavam por um show dela aqui no Brasil. *-*

Tipo, ela ia estar no mesmo ambiente que eu!! Quão surreal é isso p/ uma fã?

E sim, ela veio se apresentar por aqui, no Brasil, em várias datas. Em São Paulo estava organizado p/ ser somente na quinta dia 28/11, mas teve uma hora que a procura foi tanta que eles abriram mais uma data, dia 29/11.

Eu consegui ir ao show do dia 28 (quando comprei meu ingresso só tinha essa data aqui no estado. ^-^), mas, mano…. Foi uma aventura até chegar à minha cadeirinha lá “na tampa” do Citibank Hall (ué, era o lugar/valor que consegui pagar… Quase perto do teto, na última fileira. Rsrsrsrsrsrs).

Até chegar a São Paulo foi uma beleza, pegar o primeiro e o segundo metrô… Mais ou menos…

Gente, eu sou um pouco pôia, mas deve ter gente que é mais que eu. Será que dá p/ alguém da Cia de metrô da cidade melhorar aquelas plaquinhas?? Tem só os nomes dos bairros onde você está e para o qual a linha vai, mas eu não moro lá. Sou turista. Podia ter também o nome das estações, né não? Ia ser mais fácil a localização. E tenho dito!

Em outras palavras, me perdi legal com os tais nomes de bairros, mas perguntando, perguntando e perguntando, eu consegui chegar à estação que eu queria. Quase que não consigo me encontrar com meu tio (morador de lá e naturalizado paulistano <3), pois ele combinou de me levar até o show.

No fim, eu consegui, fomos p/ a casa dele aka apartamento, troquei de roupa, comemos um pãozinho-delícia de uma padaria perto da casa dele (É meio chique ela, mas muito amor, viu? Só não lembro o nome, desculpa.) e já fomos p/ o local. E no caminho que a Augusta estava cheinha de carros??? Meu coração foi na boca, mas algo dentro de mim me deixou calma. Ai ai… Parecia que, mesmo com os obstáculos, estava tudo conspirando pra eu conseguir me encontrar com a Sarinha! *-*

E que show foi aquele??? No momento que ela começou a cantar, explodi em lágrimas. Cantei com ela a primeira, a segunda e um pouquinho da terceira música chorando emocionada, mas tive que me conter senão eu não ia curtir direito, né? Um show MA-RA-VI-LHO-SO! Tanto que lembro até agora e quero lembrar p/ sempre! *-*

Mas quando terminou, a Cinderela tinha que virar abóbora e eu viajei de madrugada de volta p/ minha cidade, pois na sexta eu tinha que trabalhar (saudades trabalhar… 😥 ). Mas que trabalhei com os olhos brilhando, ah trabalhei………

Nisso, passaram-se os dias e lá estava eu toda-toda em 2014, no dia 28/11, relembrando o show e comemorando que eu tinha ido e tal, quando recebo a notícia que o criador do personagem “Chaves”, o Roberto Gómez Bolaños havia falecido naquele mesmo dia. Puxa… Fiquei muito triste, pois era super fã dele e seus personagens. Artista que mostrava que a comédia não precisava ter “baixarias” p/ divertir. A graça estava na inocência e nas situações. :’)

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Foto: Galeria do Google.

Que puxa… (como diria o Charlie Brown) Um dia maravilhoso e ao mesmo tempo triste. Triste, pois não temos mais entre nós o Bolaños, mas maravilhoso pelo legado que ele deixou e, principalmente, por eu ter vivido essa experiência que foi ter feito parte da “Dreamchaser World Tour”!! Por ter ouvido ao vivo meu Anjo da Música… ^.^

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Foto: Reprodução.

Cotidiano #3

Olá!! Como estão vocês? Espero que bem. ^.^

Como combinado (comigo mesma e com vocês, se vocês se sentiram parte do “combinado”), voltei aqui um mês depois para meus relatos de vida ~cotidiana~.

Foi um período em que pensei muitas coisas (praticamente o tempo todo), aconteceu algumitas e não aconteceram outras.

Voltei a ter aulas de música quase na metade do mês passado e tá sendo maravilhoso, os olhinhos continuam brilhando e a curiosidade e vontade de aprender continuam fortes, obrigada. Meu irmão começou a trabalhar e estou tão feliz! *-* Agora só falta eu… Uhuhuhuhu

Se minha vovó Diva estivesse viva ela faria 75 anos em agosto passado (ela era mãe da minha mãe e nasceu no mesmo ano da mãe do meu pai <3). Quero ainda este ano fazer um texto falando sobre ela e meus sentimentos por ela. ❤

Um evento que gosto de lembrar todo ano: Hoje, 15 de setembro, é dia do aniversário da minha cidade e também dia de nossa padroeira, Nossa Senhora das Dores (Rogai por nós, mãezinha do céu! <3). Fico muito contente com o dia de hoje, pois é feriado municipal. É como se, por hoje, aqui fosse uma ilha serena num mar (que, nessa analogia seria o resto do país) cujas ondulações e cursos continuam normalmente. 🙂

Ah! Comecei um hábito de levantar um pouquinho mais cedo que antes p/ fazer o dia render um pouco mais e tem sido bem bom. Eu meio que gosto de levantar cedo, não tenho muito problema com isso, mas em contrapartida eu amo dormir e ainda estou tentando dormir mais cedo.

Vai entender essa escorpiana meio paradoxal que vos fala, né? Hehehehe

Bem, agora vamos, pois, às novidades culturais. ^.^

Lendo: Ainda estou lendo a série “As aventuras de Prydain” (se quiser baixar vai nesse site aqui, já disse…) e agora estou no último livro: “O Rei Supremo”, comecei essa semana. Bem, se eu achei os dois primeiros livros meio trevosos, o terceiro e o quarto foram ~de boas~ e bem bons (achei boníssimo o quarto, viu? Já SUPER recomendo). Esse quinto e último tá prometendo ser meio trevoso (também), mas beeeem emocionante. Vamos ver, né? *-*

Assistindo: Idem ao “Cotidiano” anterior. 😉

Ouvindo: Não sou de ouvir muita música todo dia. Já fui de ouvir muito-muito-muito. Mas de um tempo p/ cá tenho percebido que há dias em que são várias seguidas e há dias em que são algumas poucas. Ultimamente notei que estou ouvindo um pouco mais “The Beatles” e “Rosa de Saron”, apesar de serem pouquinhas músicas por vez, principalmente quando a vontade fica latente. Ai… São sonzinhos tão do bom!!! *-*

Falando nisso vou ouvir um pouco de Beatles enquanto termino de escrever aqui. Hihihihihi

Grata por: Continuar a jogar o “Jogo do contente”, mesmo que da minha forma, que é um pouquinho diferente da da Pollyanna. E assim a vida tem tido mais qualidade e tem sido bom estar nela. ❤

Ansiosa para: Que aconteça algo bom e a vida mude um pouco para melhor. #Oremos

Abração ae!! 😀

A metamorfose de Agenor

Este post foi originalmente publicado no blog Floreada Harmônica, no dia 28/09/14 e sua republicação foi inspirada no dia que seria o aniversário de Agenor, 04/04, que foi essa semana. 😀

Sábado passado (20/set) foi o dia em que eu e meus amigos, numa excursão organizada por um deles, fomos para São Paulo assistir ao musical Cazuza – Pro dia nascer feliz, lá no Teatro Procópio Ferreira.

Sim! O mesmo teatro onde eram gravados os episódios de Sai de Baixo, uma das melhores sitcons do Brasil. \o/

Esse musical é dividido em duas partes com um pequeno intervalo entre elas (esticar as pernas e beber água é sempre bom!). A primeira conta sobre a infância (sua transformação de Agenor em Cazuza), a adolescência, quando montou a banda Barão Vermelho junto com o Frejat, a carreira solo, até chegar no momento, em sua idade adulta, em que vai se tratar da Aids nos EUA. A segunda parte retrata sua convivência com a doença até a morte, mas sem nunca perder o bom humor e sua capacidade de “poetar” a vida. *-*

Não sei desde quando, acredito que desde o ano passado (?) o cenário dos musicais no Brasil tem vivido uma “era de ouro” por conta da encenação das biografias de músicos que alcançaram grande prestígio de crítica e que, até hoje têm uma legião de fãs. Por exemplo, o musical do Tim Maia, da Elis Regina, da Rita Lee (o meu favorito!!), entre outros. Eu particularmente AMO musicais e, tendo a oportunidade de ir assisti-los na companhia dos meus amigos torna a experiência ainda mais incrível.

Consegui assistir aos musicais da Elis Regina, do Rei Leão, da Rita Lee e do Cazuza, que foi o último que pude ver, este ano. Acho tão incrível como os diretores, atores, roteiristas, produtores e quem mais está envolvido nas produções, conseguem passar para a gente a vida desses ícones (fabulosos!) da nossa música nacional da forma mais realista possível sem perder o carinho de fã que eles mesmos possam ter pelos próprios. É UMA HOMENAGEM MESMO. ❤

Só sei que é sempre mágico sentar em nossas cadeiras e ver a arte do teatro criar vida na nossa frente. Os musicais de que falei já acabaram, mas o de nosso “Rimbaud tropical” (hahaha <3) ainda vai estar em cartaz até dia 26/out e… Ah! A classificação é a de 14 anos, pois mostram todos os excessos do Cazuza com sexo, álcool e drogas.

Caso alguém tenha ido, me conte como foi sua experiência se gostou ou não… Sei lá. Hehehe

Abraços!!

PS: Quando fui aos musicais da Elis Regina e do Cazuza, bem no dia os atores dos papeis-título tiveram problemas e não puderam se apresentar. Então vi a performance com os atores substitutos que, cá entre nós, deram um show total! Belíssimas as apresentações deles!!! *-*