Minha linguagem, meu estilo

Segunda passada foi o Dia Nacional do Escritor, e jogando no sr. Google, vi que essa data foi instituída em 1960 pela União Brasileira de Escritores (Gente! Sério que existe isso?? Ai que tudo!! *-* Lembrete: Vou procurar mais sobre.). E isso me inspirou a continuar a escrever… 🙂

Faz dias (não todos, mas, fazendo um apanhado geral, foram váááárias vezes) em que tenho pensado sobre encontrar o meu jeito de escrever, o meu estilo, sabe? Como quando alguém bate o olho e pensa “nossa, é texto da Thamís. Quero ler!” (essa última frase é desejinho, me deixa, vai… Hihihi).

Tem vezes também que sinto que todos têm um estilo próprio e bacana de escrever e tals e eu ainda estou naquela fase bem no início que é quando a gente precisa ler, ler e ler para poder se inspirar numa forma de se comunicar e assim passar da mente para o papel/tela. Tô nessa fase de criar uma “Rede de inspiração” aka Coletânea de vestibular Hahaha.

Mas, me conhecendo como me conheço (exercício diário do mais legal esse, viu?), sei que eu queria já ter um estilo definido e amar ele. Claro que me permitindo a crescer a partir dele, mas o problema é esse: ainda estou fazendo minha âncora e para ela ficar pronta é necessário tempo e dedicação. Entretanto, um pouco ansiosa que sou (já fui pior e tem momentos em que ela “aperta”, se é que me entendem), queria já estar com ela (âncora) firme e forte e já me utilizando dela pacas.

Por isso, paciência, Thamís. Pratique a paciência, pois ela se torna grande e forte quando exercitada, viu?

E se você, assim como eu, tava precisando de um ombro amigo p/ praticar a paciência e dar um “xô pra lá!” na ansiedade, vem cá e deixa nos comentários um pouco dos seus sentimentos a respeito p/ a gente se ajudar (espero que nos ajudemos mesmo, hehehehe).

Estava com saudade daqui e de vocês…. Estou fazendo planos de voltar mais vezes, só falta pôr no papel e fazer acontecer. 😉 Espero que dê certo, abração!!!

Eu e os domingos

Estava pensando sobre o dia de hoje. Não em relação ao mês, mas sim à semana. Domingo.

Quando eu era pequenina, por morarmos, eu e minha família, próximos ao Mercado Municipal da cidade (Sim, eu morei perto do mercado!! Umas três casas p/ cima na rua de uma das entradas. <3), estava acostumada a quase todos os dias ver o movimento das pessoas e carros na minha rua. Eu achava bem chato os dias de domingo, pois só havia movimento de manhã e logo na hora do almoço já tinha aquela quietude.

Parecia que o tempo não passava.

Lembro que o mais chato é que não passava nada de desenho ou filminhos divertidos na televisão. Claro que, por minha infância ter tido muitos domingos, não foram ~TODOS~ tão chatos, apesar da lembrança de eu achar isso vira e mexe voltar à superfície dos meus pensamentos.

Não sei exatamente quando começou a mudar a minha opinião. Talvez com o meu crescimento ou com o passar do tempo? Não sei. Parece-me que foi uma transição à medida em que a vida e as responsabilidades vinham e aconteciam.

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Foto: Pinterest.

Hoje em dia meu coração tem muito muito carinho pelos domingos.

É um dia em que me dou ao luxo de relaxar e sair um pouquinho da rotina (digo isso mais por ~me dar ao luxo~ de poder fazer coisas diferentes na internet além de só ver o feedback dos canais em que sou inscrita no Youtube. Porque, sim, muito do meu tempo livre da semana eu passo vendo as atualizações dos canais que sigo e, assim, não ficar com minha caixa de entrada do email lotada.).

Ontem, por exemplo, fiquei com saudade do tempo em que eu descobri que eu podia baixar pelo Google ou pelo Ares (amo!), os livros que meus olhos brilhavam por descobrir as histórias por trás das páginas (e que minha carteira não me dava o prazer de poder investir. :x). Nessa época, se eu tinha vontade de ler um livro, eu ia atrás e, se pudesse, baixava e ficava horas lendo pelo computador. Isso antes de saber do Domínio Público (que não tinha todos os livros que eu queria ler, mas já era e ainda é ~ryqueza~ essa plataforma existir).

Recentemente, por indicação de um amigo (Murilo, seu lindo, ‘gradicida! kkkkk), descobri esse site, em que é possível baixar livros grátis em PDF ou então ler online. E nele ainda é possível encontrar esse mesmo livro que você quer no site da Amazon. Informação amor, né? ❤

Por conta da saudade de ontem, hoje baixei uma série de livros que eu queria muitão ler (muitão mesmo) e acho que vou reviver esse tempo de ler pelo computador, além é claro de seguir com a leitura do da cabeceira, Madame Bovary (quando comecei a ler, postei no Instagram, segue lá.). 😉

Quais livros vocês estão lendo? Qual o próximo da lista? Qual vocês leram esse ano e gostaram pacas? Digam aí nos comentários.

Abraços mil!! 😀

Lembrete: Seja livre para ser imperfeita

Consegui emergir da rotina, que alegria! \o/

Apesar do cotidiano um pouco atarefado, aprendi e pensei sobre muitas coisas nesse meio tempo entre o último post e esse de hoje e queria registrar aqui para futuras relembranças: Posso fazer cada texto com carinho, posso ser atenciosa e tal, mas não precisa ser perfeito!

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Foto: Pinterest.

A perfeição às vezes me faz travar na hora de criar e pôr em prática o que matutei na minha cabeça. Então, Thamís, pode parar com esse jeito ruim, viu? 😉

Eu sei que é bacana ter balanceados os defeitos e as qualidades p/ se ter equilíbrio da alma e tals, mas acho que esse ponto em que chegou a “busca pela perfeição” não é nada balanceado e está freando a criatividade, a leveza, a brincadeira e a alegria de poder se expressar por meio de textos. E no fim das contas é isso que eu quero, além de produzir um conteúdo bacana, é isso que eu amo: a leveza e a alegria de poder me expressar.

Claro que é uma expressão diferente de um diário em que só eu teria contato com as letras, pensamentos, sentimentos e aquele papel, mas ainda assim é uma boa expressão. E sendo boa e nova, tira a mente do lugar-comum e é isso que eu estou precisando também. 🙂

A metamorfose de Agenor

Este post foi originalmente publicado no blog Floreada Harmônica, no dia 28/09/14 e sua republicação foi inspirada no dia que seria o aniversário de Agenor, 04/04, que foi essa semana. 😀

Sábado passado (20/set) foi o dia em que eu e meus amigos, numa excursão organizada por um deles, fomos para São Paulo assistir ao musical Cazuza – Pro dia nascer feliz, lá no Teatro Procópio Ferreira.

Sim! O mesmo teatro onde eram gravados os episódios de Sai de Baixo, uma das melhores sitcons do Brasil. \o/

Esse musical é dividido em duas partes com um pequeno intervalo entre elas (esticar as pernas e beber água é sempre bom!). A primeira conta sobre a infância (sua transformação de Agenor em Cazuza), a adolescência, quando montou a banda Barão Vermelho junto com o Frejat, a carreira solo, até chegar no momento, em sua idade adulta, em que vai se tratar da Aids nos EUA. A segunda parte retrata sua convivência com a doença até a morte, mas sem nunca perder o bom humor e sua capacidade de “poetar” a vida. *-*

Não sei desde quando, acredito que desde o ano passado (?) o cenário dos musicais no Brasil tem vivido uma “era de ouro” por conta da encenação das biografias de músicos que alcançaram grande prestígio de crítica e que, até hoje têm uma legião de fãs. Por exemplo, o musical do Tim Maia, da Elis Regina, da Rita Lee (o meu favorito!!), entre outros. Eu particularmente AMO musicais e, tendo a oportunidade de ir assisti-los na companhia dos meus amigos torna a experiência ainda mais incrível.

Consegui assistir aos musicais da Elis Regina, do Rei Leão, da Rita Lee e do Cazuza, que foi o último que pude ver, este ano. Acho tão incrível como os diretores, atores, roteiristas, produtores e quem mais está envolvido nas produções, conseguem passar para a gente a vida desses ícones (fabulosos!) da nossa música nacional da forma mais realista possível sem perder o carinho de fã que eles mesmos possam ter pelos próprios. É UMA HOMENAGEM MESMO. ❤

Só sei que é sempre mágico sentar em nossas cadeiras e ver a arte do teatro criar vida na nossa frente. Os musicais de que falei já acabaram, mas o de nosso “Rimbaud tropical” (hahaha <3) ainda vai estar em cartaz até dia 26/out e… Ah! A classificação é a de 14 anos, pois mostram todos os excessos do Cazuza com sexo, álcool e drogas.

Caso alguém tenha ido, me conte como foi sua experiência se gostou ou não… Sei lá. Hehehe

Abraços!!

PS: Quando fui aos musicais da Elis Regina e do Cazuza, bem no dia os atores dos papeis-título tiveram problemas e não puderam se apresentar. Então vi a performance com os atores substitutos que, cá entre nós, deram um show total! Belíssimas as apresentações deles!!! *-*

A mulher que eu quero ser

Então… Ainda é o mês da mulher e eu queria desenvolver algo bom para lembrar, afinal, esse é primeiro texto sobre esse tema aqui no blog. ❤

No dia, comemorei com todas as minhas amigas e com o pessoal que curte lá a fanpage do blog (se você não conhece, curte lá). J Eu relembrei da origem do feriado, desejei os melhores desejos que consegui pensar e tal, no entanto, não estava encontrando palavras para colocar esse assunto neste meu cantinho.

O que eu poderia colocar aqui que fosse diferente dos bons desejos que, em poucas linhas, consigo expressar?

Tendo essa pergunta como base, minha mente começou a fluir por alguns episódios da minha história: o que vivi, o que senti, o que me ajudou a me tornar essa pessoa com esse jeitinho todo meu de ser….. Até que vieram para superfície algumas lembranças não muito boas. Episódios que me deixaram marcas doídas. Marcas essas com as quais ainda convivo e, vez ou outra, doem um pouco. Por causa do carinho que estou desenvolvendo por mim (um lindo e saudável exercício que convido você a fazer se ainda não o faz), quando essas feridas começam a doer, eu paro um pouco a minha rotina e me atento a elas, para tentar fazer com que elas continuem a sarar.

Sonho com o dia em que essas marcas serão cicatrizes bem fechadinhas e que só me trarão as lembranças do que aprendi com as pessoas que as causaram, mas sem me machucar. Sem doer. Só mesmo as marquinhas, como tatuagens da vida.

Uma das formas que achei que poderia me ajudar na minha cura seria escrever sobre isso. Escrever sempre me ajudou a lidar melhor com meus sentimentos, desafogar minha mente do excesso de pensamentos, materializar coisas que minha criatividade desenvolve, etc e etc. Não é uma atividade que eu pratico todos os dias, mas é algo que eu amo muitão. Sendo assim, pelo bem da mulher que quero ser, eu mereço essa ajuda que o meu cantinho, o meu Sétimo Céu, oferece. ❤

Meus machucados foram feitos de cinco maneiras diferentes, mas, se for parar para analisá-los, eles envolvem três das partes que formam a minha pessoa, partes importantíssimas por sinal: Meu Jeito de ser, a Amizade e o Amor. Alguns momentos da minha vida, juntamente com essas certas pessoas, atentaram contra essas minhas partes. E, na hora, meio que fiquei sem reação ou fiquei tentando me defender ou então percebi que, se reagisse, a situação iria se prolongar ou ficar pior. E a última coisa que queremos quando esses momentos ruins acontecem é que eles piorem.

Tem vezes em que penso se as pessoas que me feriram realmente tinham a intenção de me machucar dessa forma ou então se elas tinham outras intenções ao fazerem o que fizeram e acabou que eu me machuquei com seus atos. Não sei… :/

Tem vezes que renovo o perdão que dei a elas (mentalmente) pensando que, no fundo, elas não sabiam o que estavam fazendo comigo ou com elas mesmas. Tudo o que sei é que nunca saberei o que se passava em seus corações.

Ninguém consegue controlar os próprios sentimentos, mas cada um tem a responsabilidade pelo que vai fazer depois de senti-los. O caráter é o guia nesses momentos. Penso que se aconteceu o que aconteceu foi porque essas pessoas escolheram agir/reagir assim. E não foi nada legal, pelo menos para mim.

Não cheguei a conversar novamente com aqueles que me feriram. Achei e ainda acho desnecessário e também quero me preservar de novas marcas. #SafeAndSound

Sabe, ninguém é perfeito e nem tem a obrigação de vir a ser, mas podemos cuidar para que nossas imperfeições não machuquem os outros e nem a nós mesmos. Podemos cuidar para que nossas qualidades cresçam e nossos defeitos diminuam e, assim, melhorarmos nossa vivência e sermos mais felizes. Podemos cuidar para que, apesar das outras pessoas serem diferentes de nós, a diferença delas não seja motivo para não serem respeitadas no meio em que vivem. E é o que eu venho tentando fazer, além de viver. J

Sempre fui um tipo de pessoa que, apesar da extroversão e alegria (algumas vezes fruto da timidez), tinha (e ainda tem) muitos momentos em que fica introspectiva analisando as vivências e aprendendo com elas para ser cada vez mais sábia e capaz de ajudar quem também precisa de uma “mão”.

Aprendi que para eu sarar desses meus machucados tenho que cuidar deles diariamente até as cicatrizes se fecharem e também que é um exercício eu me lembrar de que eu perdoei essas pessoas pelo que elas fizeram. Algo que também aprendi recentemente é que quanto mais eu falar sobre esses machucados, menos eles doerão. 😉

Eu não acho feio ter cicatrizes como também não acho feia a falta delas, só acho que a presença e a falta delas são diferentes e, por trás disso, existem histórias diferentes que merecem ser conhecidas. Claro que depende da lição que precisamos aprender durante nossa caminhada pela vida. E aprender lições é muito bom para nosso crescimento humano.

E crescer é bom, crescer é saudável… Crescer é lindo! E espero que a mulher que quero ser venha a desabrochar e continuar desabrochando na medida em que minha história se desenvolve e eu vou cuidando de mim. ❤

Cotidiano #1

Oi para você! Apesar de já estarmos na segunda metade do mês, feliz Fevereiro!! 😀

Quanto tempo sem escrever por aqui, né? Mas não foi por falta de inspiração. Muito pelo contrário, eu queria falar de alguns assuntos que não sabia como desenvolver, então me vieram ideias e acabei não escolhendo nenhuma.

No entanto, aqui estou e estou desenvolvendo uma dessas ideias neste post. #TodosComemora \o/ Vamos, pois, em frente.

Sobre a vida, a novidade é que me inscrevi no curso de música daqui da minha cidade. É fornecido pela Secretaria da Cultura em parceria com a Sociedade Pró-sinfônica. Tem a parte popular dos instrumentos ensinados e a parte erudita. Como sou apaixonada pela parte erudita, optei por esse caminho. Fiz a matrícula e depois o teste de aptidão e passei!

Estou tão contente de poder estudar música novamente!!!

Quando eu era pequena, na escola em que eu estudava tinha aulas de música, mas como faz muito tempo que não estudo a teoria e nem pratico nada (aprendi flauta doce e um pouco de violão, mas não insisti em desenvolver a aptidão para o violão) meu nível de conhecimento é o básico, do básico. Do básico. Rsrsrsrsrs

Tinha vontade de retomar os estudos de música, mas não sabia em qual instrumento. Isso tudo em 2010. Como estava estudando no cursinho pré-vestibular, decidi adiar e ver como a vida se desenrolaria. Passei no vestibular do início do ano de 2011 (em três lugares diferentes e não, foi só um vestibular, o da UNESP, e os outros dois cursos pelo Prouni. Não sou tão inteligente assim… Hihihihi) e acabou que não deu para eu ir (gente que não sabia que existia assistente social nas faculdades ¬¬). Esperei até o meio do ano e passei novamente no Prouni. Dessa vez eu queria Letras e escolhi a Licenciatura em Português na UNIMEP, bem mais perto da minha cidade e com qualidade. *-*

 

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Foto: Pinterest.

 

Fui, cursei, trabalhei um tempinho enquanto estudava, mas nada de poder estudar música. Por fim me formei ano passado. No segundo semestre achei umas apostilas de música do tempo da escola que estavam perdidas por aqui e resolvi reler os conteúdos. Aprendi algumas coisinhas e lembrei-me de outras. E, agora nesse início de ano, pude me inscrever nesse curso da Secretaria da Cultura (ainda bem, pois ainda não estou empregada) e começar a desenvolver esse sonho.

Estou tão feliz!!!

Agora… Novidades culturais cotidianas (Hehehehe):

Lendo: Série “A Maldição do Tigre” – A viagem do tigre, de Colleen Houck. Gente amada do céu!!! Que série bacana! Estou no terceiro livro de quatro e já estou beeem apaixonada! (tem um quinto livro, mas ele vem num Box e quando comprei os meus livros foi tudo separado… :s Mas lógico que vou comprar esse que falta quando eu puder… *-*) O que estou gostando nessa série, além da história, é notar as referências de leitura que a Colleen usou para compor o enredo e aprender com as demais informações que vão aparecendo, entre elas há muito sobre a cultura e costumes da Índia, umas pitadas de cultura e mitos de outros povos, etc e etc.

Se você gosta de livros Y.A. (Young Adult), romance, aventura, perigo, caça ao tesouro, leitura de entretenimento bem emocionante e tals, eu recomendo com força que você conheça essa série. 😉

Assistindo: Não tem dado para eu acompanhar as séries bacanas que estão sendo lançadas e nem reassistir (ainda) as que já acabaram, mas o que eu estou fazendo (p/ falar a verdade, desde 2012) é reassistir os animes da minha infância (dou graças por existir o anitube! *-*). Já assisti todas as temporadas de Sailor Moon – que amo-amo!! –  e agora estou assistindo Corrector Yui (esse anime eu achei completo num canal do Youtube, pois no próprio Anitube ainda não tem todos os episódios).

Está sendo bem emocionante revê-lo e ainda lembrar de como era o tempo em que eu chegava da escola na hora do almoço e, de tarde, depois de fazer as lições, assistir vários desenhos, incluindo os animes bacanas que passavam no Cartoon Network. Era tão bom e divertido… Mais uma sensação p/ entrar na minha lista metal de coisas que me deixam contente (quem mais faz essa lista?).

Ouvindo: Lindsey Stirling ao infinito e além! 😀 Amo suas músicas instrumentais! São viciantes!! Ouço principalmente quando quero ler com algo soando pelos fones ou então quando quero assistir algo que me faça dançar mentalmente (sensação diferente, né? Sem julgamentos, porfa). Mas, essa semana, estou ouvindo muitão por conta de estar feliz e inspirada pelo curso de música. Quem mais conhece e gosta? Se você não conhece, faz o favor de ir até o Youtube conhecer o som dela! ^.^

Feliz por: Ter passado no teste de aptidão e ter sido selecionada (junto com um montão de gente) para estudar música esse ano. Ah! O “instrumento” que escolhi foi a voz. Sim, vou estudar canto coral. *-*

Ansiosa para: Que comecem as aulas de música, né? Hehehehehe

Abração!!!

PS: Caso esteja achando essa estrutura de post familiar, foi porque eu me inspirei numa categoria do blog da Stephanie Noelle, o chez noelle. Sou muito fã e gosto muito dos assuntos sobre os quais ela escreve e o estilo que ela usa. Combina muito com o modo como às vezes eu penso. Engraçado, né?

O porquê dos porquês…

Este post foi originalmente publicado no blog Floreada Harmônica, no dia 16/09/14.

Eu gosto de observar as pessoas, principalmente a mim mesma, pois, na maioria das vezes, me comporto como as outras pessoas, ainda que da minha maneira. Uma das coisas que me intriga é o fato de sermos questionadores. Queremos saber o porque/motivo/causa/circunstância (Hehehehe) de tudo.

Não sei como acontece com os outros, pois não fico perguntando. Seria como uma invasão da privacidade de suas mentes. Mas comigo acontece como se fosse uma revisão: “Ah! Eu pensei isso por causa disso, disso e disso” ou então “Nossa! De onde veio esse pensamento/imagem? Será que é por conta disso?”.

Sei que somos Homo Sapiens Sapiens (Homens que sabem que sabem) e, acredito que seja por isso que nossos pensamentos se voltam para nós mesmos, como se fosse uma metalinguagem da mente humana (Parece que eu entendo de psicologia #SQN Hahaha). É até interessante, pois é um momento em que paramos e olhamos para nós mesmos e isso é muito importante. Ajuda a colocar a cabeça em ordem para continuar com a vida.

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Foto: Masako Kubo (em Pinterest).

Bem esse texto é só resultado de uma reflexão que me “aqueceu a cuca” e queria dividir com vocês. É bacana quando dividimos o que sabemos, pois isso ajuda a quem quer que esteja necessitando. Olha lá eu me justificando Hahahaha Eita vício humano… Lembrando que temos que tomar cuidado com o excesso de pensamentos (Vide #Dordecabeça). 😉

E vocês? Quando não estão pensando nos afazeres do cotidiano (trabalho/estudos/obrigações no lar) sobre o que refletem? Qual a preferência de vocês? Me contem aí nos comentários e vamos pensar juntos. Hehehehe

Abraço!

PS: Para quem quiser saber, o Floreada Harmônica foi um blog que fiz há quase dois anos atrás. Foi na plataforma Blogger e foi o início da minha empreitada por esse mundo virtual. Com o tempo, fui vendo que o nome e a proposta que eu inicialmente imaginei não estavam tendo muito a ver comigo. A minha voz e o que eu queria transmitir não estavam funcionando por aquele canal, então excluí o blog (mas guardei todos os posts 😉 ). Fiquei aguardando meu último ano da faculdade terminar (pois costuma ser bem atarefado com TCC e tudo o mais) e o tempo passar um pouco.

PS2: Agora estou achando que consegui começar a criar um cantinho que tem mais a ver comigo e que pode crescer junto comigo (nunca se sabe… :/ ), mas ainda estou trabalhando para entender e desenvolver meu estilo de voz. Espero que eu consiga. *-*