Lembrete: Sem necessidade de paralelos

Todo mundo pensa muitas coisas o tempo todo e podem ser os pensamentos mais variáveis. Digo isso, pois, no meio dos meus pensamentos de hoje, tomei consciência dessa ideia que me rondava. Isso de se ter que, obrigatoriamente, relacionar o que escrevo aqui com minha vida offline.

Como se fosse um paralelo. Eu preciso “necessariamente” viver algo ou então alguém bem próximo de mim precisa “necessariamente” passar por algum acontecimento que possa vir a me inspirar e, com isso, eu desenvolvo um texto aqui.

O que estou querendo contar é que não necessariamente o processo precisa ser assim. A gente pode ter uma ideia num minuto e no outro ela vira assunto de post. A gente pode ver uma foto/montagem/gif e, assim, isso virar ideia de post.

Thamís, florzinha, liberte-se das obrigações…. Aqui é p/ ser livre e se deixar entrar na fluidez. Aqui é seu espacinho, o seu cantinho. Aqui você pode criar em paz e com o carinho que você gosta de colocar no que faz. Aqui você pode escrever e abrir o seu coração de boas. Aqui você pode quase tudo!

Só lembra que um monte de gente pode vir e ler. Não deixa isso te travar, mas também tome cuidado. Equilíbrio é sempre bom. 🙂

PS: Esse post era p/ ter sido publicado dia 30 de agosto, no entanto, só consegui finalizá-lo hoje. Por isso mudei a data. 😉

Minha linguagem, meu estilo

Segunda passada foi o Dia Nacional do Escritor, e jogando no sr. Google, vi que essa data foi instituída em 1960 pela União Brasileira de Escritores (Gente! Sério que existe isso?? Ai que tudo!! *-* Lembrete: Vou procurar mais sobre.). E isso me inspirou a continuar a escrever… 🙂

Faz dias (não todos, mas, fazendo um apanhado geral, foram váááárias vezes) em que tenho pensado sobre encontrar o meu jeito de escrever, o meu estilo, sabe? Como quando alguém bate o olho e pensa “nossa, é texto da Thamís. Quero ler!” (essa última frase é desejinho, me deixa, vai… Hihihi).

Tem vezes também que sinto que todos têm um estilo próprio e bacana de escrever e tals e eu ainda estou naquela fase bem no início que é quando a gente precisa ler, ler e ler para poder se inspirar numa forma de se comunicar e assim passar da mente para o papel/tela. Tô nessa fase de criar uma “Rede de inspiração” aka Coletânea de vestibular Hahaha.

Mas, me conhecendo como me conheço (exercício diário do mais legal esse, viu?), sei que eu queria já ter um estilo definido e amar ele. Claro que me permitindo a crescer a partir dele, mas o problema é esse: ainda estou fazendo minha âncora e para ela ficar pronta é necessário tempo e dedicação. Entretanto, um pouco ansiosa que sou (já fui pior e tem momentos em que ela “aperta”, se é que me entendem), queria já estar com ela (âncora) firme e forte e já me utilizando dela pacas.

Por isso, paciência, Thamís. Pratique a paciência, pois ela se torna grande e forte quando exercitada, viu?

E se você, assim como eu, tava precisando de um ombro amigo p/ praticar a paciência e dar um “xô pra lá!” na ansiedade, vem cá e deixa nos comentários um pouco dos seus sentimentos a respeito p/ a gente se ajudar (espero que nos ajudemos mesmo, hehehehe).

Estava com saudade daqui e de vocês…. Estou fazendo planos de voltar mais vezes, só falta pôr no papel e fazer acontecer. 😉 Espero que dê certo, abração!!!

Lembrete: Seja livre para ser imperfeita

Consegui emergir da rotina, que alegria! \o/

Apesar do cotidiano um pouco atarefado, aprendi e pensei sobre muitas coisas nesse meio tempo entre o último post e esse de hoje e queria registrar aqui para futuras relembranças: Posso fazer cada texto com carinho, posso ser atenciosa e tal, mas não precisa ser perfeito!

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Foto: Pinterest.

A perfeição às vezes me faz travar na hora de criar e pôr em prática o que matutei na minha cabeça. Então, Thamís, pode parar com esse jeito ruim, viu? 😉

Eu sei que é bacana ter balanceados os defeitos e as qualidades p/ se ter equilíbrio da alma e tals, mas acho que esse ponto em que chegou a “busca pela perfeição” não é nada balanceado e está freando a criatividade, a leveza, a brincadeira e a alegria de poder se expressar por meio de textos. E no fim das contas é isso que eu quero, além de produzir um conteúdo bacana, é isso que eu amo: a leveza e a alegria de poder me expressar.

Claro que é uma expressão diferente de um diário em que só eu teria contato com as letras, pensamentos, sentimentos e aquele papel, mas ainda assim é uma boa expressão. E sendo boa e nova, tira a mente do lugar-comum e é isso que eu estou precisando também. 🙂